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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) Cabo - Canal 21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Entrevistados: Momento Federativo Estudando o Espiritismo A Família e os Deveres dos Filhos com relação aos pais. F. Altamir da Cunha Natal/RN É muito comum o desenvolvimento de temas enfocando a louvável preocupação a respeito dos deveres dos pais com relação aos filhos, no núcleo familiar. Sem sombra de dúvida, seria inaceitável a indiferença a tão importante e oportuno assunto. Porém, considerando a família, como instituição social na qual se reúnem espíritos encarnados de variados níveis evolutivos, credores e devedores uns dos outros, rumo à perfeição, não podemos olvidar o regime de reciprocidade de deveres entre os mesmos. Se, é verdade que aos pais compete o dever de amar, proteger, assistir e educar o filho para a vida, não é menos verdade que aos filhos cabe o dever de amar, respeitar e assistir os pais em suas necessidades; principalmente na velhice, quando peso da idade os torna dependentes. É importante lembrar, que o cumprimento desse dever, independe de como os pais se comportaram, se cumpriram ou não seus deveres. Isso não deve interferir no dever dos filhos; a oportunidade reencarnatória, da qual os pais se fizeram instrumentos, já é suficiente para que os filhos lhes sejam gratos. Cometeriam grave erro, os filhos que se acomodassem ao simples dever da assistência material, embora reconhecedores que somos de sua importância. Porém, é importante ressaltarmos, que toda criatura necessita muito mais do que este tipo de assistência. Lembramos que em uma das visitas costumeiras a um ancianato, ouvimos de uma interna o comentário: “aqui eu tenho apartamento com televisão e uma pessoa para cuidar de mim. Mas o que eu queria mesmo, era estar ao lado do meu filho. Hoje (era um sábado), ele deve estar passeando com os filhos e a esposa. Sinto muita saudade dele”. Este comentário revela, que a necessidade maior é a da presença, do carinho e da atenção. A ingratidão dos filhos para os pais, principalmente, quando estes se encontram em idade provecta, é a maior prova da insensibilidade de algumas criaturas; reflexo do utilitarismo, que domina a sociedade contemporânea. Na antiguidade algumas sociedades, mantinham em seu seio, grupos formados por anciões, os quais, eram respeitados, e pela experiência de que eram portadores, tornavam-se conselheiros para as decisões mais importantes. Hoje, a inversão de valores se fez patente - o mais importante não é ‘ser’ (ser experiente, ser honesto, ser justo, etc.), mas, sim, ‘ter’ (mesmo que seja apenas, a astúcia para conseguir de forma desonesta), causando abandono e solidão àqueles que não são mais produtivos. Essa é uma triste realidade, que precisa ser mudada. Desconhecer a importância daqueles que no passado, limparam e araram a terra, plantaram as sementes e cuidaram, para que se tornassem árvores frondosas e frutíferas de cujas sombras e frutos hoje nos servimos, é a manifestação cruel do egoísmo, em forma de ingratidão. Nós como filhos, que inúmeras vezes, idealizamos grandes projetos humanitários, não podemos esquecer, que se ainda não aprendemos a abrir os corações para amar os nossos pais, jamais conseguiremos amar à humanidade. Respeitar pai e mãe conforme prescrito em os dez mandamentos, é assisti-los em todos os aspectos; não deveria representar para os filhos um sacrifício, mas, sim, um prazer – o prazer de retribuir a dedicação e o carinho, recebidos na infância. Portanto, aos filhos hoje, compete o legítimo exercício da caridade e da gratidão, sem esquecer que da vida apenas recebemos o que damos. Quem semeia indiferença, candidata-se à solidão! Publicado no jornal O Clarim - Março/2008
Escrito por altamir.cunha às 11h22
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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) Cabo - Canal 21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Entrevistados: Momento Federativo Estudando o Espiritismo 
Neurose, psicose e suicídio
Podemos considerar as neuroses e psicoses, como causas do suicídio? - Antes de respondermos a esta pergunta, vamos conhecer a opinião da espiritualidade a respeito: "No fundo de todas as razões predisponentes para o autocídio, excetuando-se as profundas neuroses e psicoses de perseguição, as maníaco-depressivas – que procedem de antigas fugas espetaculares à vida e que o espírito traz nos refolhos do ser como predisposições à repetição da falência moral – se encontra o orgulho tentando, pela violência, solucionar questões que somente a ação contínua no bem e a sistemática confiança em Deus podem regularizar com a indispensável eficiência”. (*) De acordo com o exposto, podemos fazer as seguintes conclusões: a) As profundas neuroses e psicoses de perseguição, as maníaco-depressivas, que são interpretadas normalmente, como causadoras do suicídio, são na verdade procedentes de antigas fugas espetaculares à vida (de suicídios). Portanto, não são causas e sim efeitos. b) Estas fugas à vida, criam nos refolhos do ser, predisposições à repetição da falência moral. Portanto, um suicídio anterior, predispõe o espírito a repeti-lo numa próxima reencarnação (embora não crie necessariamente um determinismo). c) O orgulho é um forte fator predisponente para o suicídio, por ser o gerador de todas as ações violentas; e o suicídio é uma forma de violência. (*) Após a Tempestade - Joana de ângelis/Divado P. Franco Mais informações a respeito do assunto poderão ser escontradas no livro: Um Trágico Equívoco apresentado antes do texto.
Escrito por altamir.cunha às 17h07
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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) Cabo - Canal 21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Entrevistados: Altamir da Cunha - Expositor Espírita e Hélio Andrade Médium e Presidente do Centro Espírita Jesus no Lar Momento Federativo com André Arruda Estudando o Espiritismo com Everaldo Viana  Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba - 23/07/08. 1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre. 2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc... 3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados. 4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas. 5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona. 6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la.. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir.. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente. 7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer. 8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender. 9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos.. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0. 10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente. 11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual. 12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'. 13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita. 14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo. 15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo. 16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade. 17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca. 18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também. 19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida. 20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão. 21. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe. 22.. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo. 23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família. 24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final. 25. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.
Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia..."
Escrito por altamir.cunha às 15h59
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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) Cabo - Canal 21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Entrevistados: Altamir da Cunha - Expositor Espírita e Hélio Andrade Médium e Presidente do Centro Espírita Jesus no Lar Momento Federativo com André Arruda Estudando o Espiritismo com Everaldo Viana 
Escrito por altamir.cunha às 18h17
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 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo16/05/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Entrevistado: Liszt Rangel - Conferencista e Escritor Espírita Momento Federativo a ser informado Estudando o Espiritismo com Altamir da Cunha LANÇAMENTO  Os Direitos Autorais desta Obra pertencem ao Núcleo Espírita Irmã Scheilla Mantenedora da Escola Espírita Irmã Sceilla no Bairro de Bom Pastor - Km 06, Natal/RN
Escrito por altamir.cunha às 12h50
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 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo18/04/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Comenhtários a respeito de Chico Xavier, o Filme Entrevistado: José Soares - Conferencista Espírita Momento Federativo a ser informado Estudando o Espiritismo com Altamir da Cunha Preservação do Tríplice Aspecto nas Exposições Doutrinárias Publicado por Junio em 05/5/2006 Dr. Ricardo Di Bernardi
Em função da necessidade de integrar os trabalhadores e estudiosos do Movimento Espírita no espírito federativo de unificação, sem o intuito de padronizar ou uniformizar palestras, pois a diversidade é que enriquece e embeleza a roupagem que as veste, sugerimos determinadas posturas que, em se adequando às realidades locais, poderão servir de subsídios ao expositor da Doutrina Espírita.
Inicialmente, urge que as exposições aliem, também, ao conteúdo de consolo, necessário aos que sofrem, o esclarecimento fraterno da dinâmica da vida e das leis do Universo.
Além de ensejar-se a compreensão do sofrimento, demonstrar que um único destino é que aguarda todas as criaturas: a felicidade plena em função da evolução.
São subsídios indispensáveis a qualquer palestra todos os princípios básicos da Doutrina.
Não há como se expor, na abordagem espiritista, qualquer tema, sem ligá-lo à Reencarnação, à Lei de Causa e Efeito, à Sobrevivência do Espírito ou à sua evolução. Pretende-se, com este esquema, propiciar ao ouvinte que entra pela primeira vez em uma Casa Espírita ter uma visão aproximada e lógica do contexto doutrinário.
Torna-se importante, também, que os temas não sejam apresentados como de Caráter exclusivamente religioso, científico ou filosófico. Qualquer tema deve ser abordado e ex-posto sempre pelos três ângulos, para se construir o triângulo perfeito da concepção espírita.
Temas como a Caridade precisam ser entendidos filosófica e cientificamente, para se fortalecer a conseqüência moral (ética )finalista. Podemos explicar um ato de amor, também, como movimentador de energias extrafísicas que sintonizam magneticamente com outras de mesma freqüência vibratória. O sentido genuinamente espírita do tríplice aspecto da Doutrina não deve ser subtraído indevidamente, mas apresentado em sua plenitude sem perder a identidade doutrinária.
Analogamente, temas como a origem da vida ou dos astros não poderão tornar-se simples aulas de Biologia ou Geografia. Indispensável unir o assunto à Onipresença divina, à existência dos fluidos e ao sentido mais amplo do amor divino. Assim por diante.
É também ingenuidade pensar que o Espiritismo é apenas para os mais simples e humildes.
Não são os sãos, mas os doentes que precisam de médico. A mensagem doutrinária deve ser sempre veiculada de maneira clara e acessível a todos; paralelamente, deve atender também aos anseios dos homens cultos e inteligentes na elucidação da dinâmica da vida e dos problemas modernos.
Viver Kardec não significa apenas estacionar nos graníticos alicerces da Doutrina, mas crescer embasado nos mesmos. Nada entristeceria mais nosso amado Codificador que programarmos ciclo de palestras sobre o "duelo", sob o pretexto de ser assunto de obra básica, ao invés de sobre "passes", alegando que este assunto foi tangido rapidamente pelo mestre lionês.
Viver Kardec é seguir sua mensagem progressista e não apequenar seu maravilhoso trabalho convertendo o pentateuco kardequiano em uma bíblia dogmática. Nada mais antikardecista, que deter-se exclusivamente nos alicerces doutrinários. Não ousaríamos pedir tanta abertura como o Codificador, que chegou a dizer que, quando a Ciência demonstrar que o Espiritismo está errado em algum ponto, ele se modificará. Pelo menos somemos os conhecimentos auridos pelas faculdades mediúnicas de Chico Xavier e Divaldo Franco às bases doutrinárias, ao proferirmos nossas palestras.
A mensagem de carinho e consolo – considerada característa espírita – poderá até ser imprescindível. No entanto, não podemos confundir isto com postura "religiosista" ao executarmos nossos pronunciamentos, assumindo, assim, características clericais que não se coadunam com a natureza de nossa Doutrina.
Não podemos permitir que o Espiritismo seja confundido como simplesmente mais uma religião.
Uma das heranças equivocadas do nosso passado judaico-cristão é a questão da culpa (desde o nascimento) e da punição. Cuidar para que não passemos equivocadamente o conceito de carma como algo que pode ser confundido com a versão espírita destas concepções. Cabe a nós demonstrar que, como disse Pedro, o Apóstolo, a caridade cobre uma multidão de "pecados". As situações cármicas devem ser explicadas como passíveis de ser atenuadas e até eliminadas por atos de amor. Expiação, muitas vezes, por visão míope ou exposição doutrinária apressada, soa como castigo divino. Imprescindível demonstrar que as deformidades físicas não estão punindo, mas, eliminando as deformidades perispirituais, drenando-as para o corpo físico, com vistas à harmonia energética do Espírito.
Evitemos veicular mensagens passivas, tais como: sempre é necessário sofrer para evoluir. Preciso é condicionarmos pelas palestras, tanto os encarnados como os desencarnados, que a opção da dor só se faz necessária quando não optamos pelo amor e pelo trabalho. Útil ao próximo não é necessariamente aquele que se resigna em reencarnar deficiente, mas aquele que procura adquirir as condições de reencarnar perfeito para auxiliar construtivamente os seus irmãos.
Esperemos que as exposições doutrinárias possam ensinar transformando o Centro Espírita também em uma escola dos Espíritos.
Há ouvintes que nada sabem sobre a vida após a morte, nada escutaram sobre reencarnação e até mesmo mediunidade, embora já tenham repetidas vezes assistido às mesmas palestras sobre determinados temas evangélicos.
Deixemos muito claro que sempre poderão os temas evangélicos ser veiculados. Não há dúvida de que o Espiritismo tem, também , raízes cristãs. Chamamos, no entanto, a atenção para a falta de informação sobre a Doutrina Espírita, o que nos causa profunda preocupação. Neste sentido é que nos pronunciamos junto a esta Comissão Regional Sul do Conselho Federativo Nacional da FEB.
Permitam as luzes do Alto clarear as nossas limitações e nos intuir adequadamente para amarmos e instruirmo-nos suficientemente, a fim de que transmitamos a Doutrina Espírita com amor e sabedoria.
Fonte: Reformador de agosto/1992, p. 237-238. l
* Trabalho apresentado pelo Departamento de Divulgação Doutrinária e Cultura da Federação Espírita Catarinense, na Reunião da Comissão Regional Sul do Conselho Federativo Nacional da FEB, realizada em Ribeirão Preto (SP), no dia 2-5-1992. (republicado em 2002 pelo REFORMADOR)
Escrito por altamir.cunha às 14h31
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 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo11/04/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Cobertura das comemorações de aniversário do NERE Entrevista com Francisca Alves (presidente) e Marlos Momento Federativo com André Arruda Estudando o Espiritismo com Altamir da Cunha MENTE E SAÚDE F. Altamir da Cunha Natal/RN Disse Emmanuel, que são muitos, os que se dirigem à casa espírita em busca de curas, como prêmio de que se acham merecedores, sem o menor esforço. Não trazem propósito de renovação interior ou de aprimoramento de conhecimentos, nestas condições não compreendem a importância de antes restituir a si mesmos a harmonia espiritual. O homem é um conjunto espírito-matéria, e as enfermidades são reflexos (efeitos) de causas que residem no mundo mental. Toda desarmonia interior provocará vibrações idênticas a se refletir no composto celular; e todo processo de cura se realiza de dentro para fora. Jesus, o médico das almas, a cada cura realizada exortava à indispensável renovação interior – “Não tornes a pecar”, como forma de tornar permanente a cura recebida. A proposta da Doutrina Espírita é da iluminação de consciências, despertando cada criatura para a verdadeira cura - a que se realiza quando o beneficiado se ajusta à lei divina, que tem por base o amor. A cura sem a mudança de atitude daquele que se cura, poderá ser interpretada como uma trégua apenas, já que não foi realizada a mudança no mundo das causas. “Em razão da conduta mental, as células são estimuladas ou bombardeadas pelos fluxos dos interesses que lhe apraz, promovendo a saúde ou dando gênese aos desequilíbrios que decorrem da inarmonia, quando essas unidades em estado de mitose degeneram, oferecendo campo às bactérias patológicas que se instalam vencendo os fatores imunológicos, desativados ou enfraquecidos pelas ondas contínuas de mau humor, pessimismo, revolta, ódio, ciúme, lubricidade e viciações de qualquer natureza que se transformam em poderosos agentes da perturbação e do sofrimento”. (*)
Além das enfermidades de ordem material, encontram-se as de etiologia complexa, cujas raízes estão plantadas no espírito, inacessível, portanto, à ciência materialista e por isso, interpretadas como enfermidades fantasmas. A mente em desarmonia emite ondas, que por sintonia, atrairá outras mentes doentias, iniciando um intercâmbio que pode resultar, desde uma obsessão simples, às chamadas subjugações - responsáveis por inúmeros quadros de loucura. De acordo com os benfeitores espirituais, nossas emoções, pensamentos e atos são elementos dinâmicos de indução. Daí a necessidade de renovação através de estudo, meditação e ação no bem. Este procedimento gera uma psicosfera harmoniosa - indispensável para uma boa saúde física e espiritual. Esta verdade confirma o perfeito mecanismo da lei de justiça, que rege o universo, e torna inaceitável a crença de que a vida proporciona castigos ou prêmios imerecidos. Portanto, os que procuram no Espiritismo uma forma de transferir responsabilidades para os mentores espirituais, sem o menor esforço de sua parte, aprenderão que querer a cura real sem nada mudar no mundo mental, é pura ilusão. Quem quer saúde não deve envenenar a mente. A cada um, segundo as suas obras! - disse Jesus. Como as nossas obras são a materialização dos nossos pensamentos, sem sombra de dúvida podemos afirmar: nós somos o que pensamos. (*) Manoel Phillomeno/Divaldo Pereira-Painéis da Obsessão Artigo publicado na revista eletrônica O Consolador – 15/12/2007
Escrito por altamir.cunha às 17h34
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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo04/04/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Entrevistado: A ser informado Tema: A ser informado A fé cega e sua influencia na formação de incrédulos (I)
F. Altamir da Cunha Natal/RN Não é de agora que movimentos de grupos de ateus constituídos na sua maioria por cientistas e outras pessoas de elevado nível cultural abalam as bases das religiões tradicionais com afirmativas e perguntas consideradas como absurdas. A revista americana Times na década de sessenta com o artigo intitulado “Deus está morto?”, desferia um golpe de efeitos profundos na comunidade religiosa. Outros desafios sucederam-se na tentativa de por em dúvida a crença na existência de Deus e na importância da religião. O jornalista inglês Cristopher Hitchens, com o livro ‘Deus Não é Grande’; Richard Dawkins, biólogo britânico, com ‘Deus, um Delírio’; Sam Harris, filósofo americano autor de ‘O fim da Fé’ e ‘Cartas a uma Nação Cristã’; Daniel Dennet, filósofo americano, autor de ‘Quebrando o Encanto’, são alguns entre tantos que disparam seus mísseis materialistas com o propósito de destruir os paradigmas religiosos. Recentemente A Revista Da Semana (Editora Abril, edição 65, nº 47) destacou em sua capa a pergunta: Por que acreditar em Deus? E em artigo cujo título é: “A crença dos ateus”, fez referência ao movimento de iniciativa de ateus americanos e britânicos, que através de anúncios em ônibus, exibiam frases em inglês que traduzidas diziam: Por que acreditar em um Deus? Apenas seja bom, pelo amor de Deus. Tornou-se cada vez mais freqüente a polêmica entre os que crêem e os que negam, convidando-nos a profundas reflexões sobre o assunto. Emitiremos algumas considerações, não para nos fazermos advogados de defesa, contra-argumentando os ateus e convencendo-os a acreditar na existência de Deus. Não, pois cada pessoa tem o direito de crer ou negar, em cumprimento à liberdade de expressão. Como espíritas, não temos dúvida de que Deus existirá sempre, apesar das negações infundadas dos contraditores de plantão. Se um cego de nascença que não dispõe das condições necessárias para apreciar a luz solar, nega a existência do sol, não é por isso que o sol deixará de existir. Na questão 651 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec registrou sua preocupação com o assunto: Terá havido povos destituídos de todo sentimento de adoração? - “Não, que nunca houve povos de ateus. Todos compreendem que acima de tudo há um Ente Supremo.”
Escrito por altamir.cunha às 15h19
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(II) continuação Por que então, um sentimento que é inato no espírito, em certa fase da vida, especialmente entre grupos dotados de nível intelectual acima da média, transforma-se em veemente negação? Acrescentamos também: porque estes mesmos negadores apresentam argumentos que o crente de bom senso mesmo não concordando plenamente, sente-se convidado a realizar profundas reflexões? Tomemos como exemplo o lema da campanha dos grupos ateus, ao qual nos referimos anteriormente: Por que acreditar em um Deus? Apenas seja bom, pelo amor de Deus. Talvez muitos ao interpretarem este lema literalmente, o rejeitem por não compreenderem o seu sentido crítico. As duas frases apresentam um certo antagonismo, quando tomamos como referência dois princípios que norteiam as religiões: a existência de Deus e a prática do bem. Na primeira frase descarta-se a necessidade de se acreditar em um Deus; na segunda defende-se a necessidade de ser bom. Interpretamos que descartar a necessidade de uma inteligência superior, que dirige todos os fenômenos inteligentes do universo, que não podem ser atribuídos ao homem, seria um absurdo. Esses fenômenos não se explicam por si só. É bastante atentarmos para as angústias, que atormentam a humanidade, a qual impotente para vencê-las, consegue através da fé em um ser superior em bondade e justiça, consolação e força para continuar a viver, e concluiremos a respeito da importância dessa crença. Respeitamos o direito do ateu, negar a existência de Deus, no entanto, desafiamos para que se prove a utilidade dessa negação nos momentos críticos que a humanidade passou ou haverá de passar. Ao fazermos uma retrospectiva na história da humanidade, comprovaremos que: “Em todos os tempos e em todos os meios a queixa humana sobe para esse Espírito divino, para essa Alma do mundo que se honra sob nomes diversos, mas que, sob tantas denominações – Providência, grande Arquiteto, Ser supremo, Pai celeste –, é sempre o Centro, a Lei, a Razão universal, em que o mundo se conhece, se possui, encontra sua consciência e seu eu.
Escrito por altamir.cunha às 15h16
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(III) continuação E é assim que, acima desse incessante fluxo e refluxo de elementos passageiros e mutáveis, acima dessa variedade, dessa diversidade infinita dos seres e das coisas que constituem o domínio da Natureza e da Vida, o pensamento encontra no Universo esse princípio fixo, imutável, essa Unidade consciente em que se unem a essência e a substância, fonte primeira de todas as consciências e de todas as formas, visto que consciência e forma, essência e substância, não podem existir uma sem a outra. Elas se unem para constituir essa Unidade viva, esse Ser absoluto e necessário, fonte de todos os seres, ao qual chamamos Deus”(*). Agora, analisemos a segunda frase: “Apenas seja bom, pelo amor de Deus”. Ser bom, ter compaixão, ser caridoso, são ações que refletem a lei de amor, ensinada pelas religiões, mas contrariadas, como argumentam os ateus (destacam da história da humanidade, mortandade e perseguição religiosas). Podemos interpretar que esta frase é uma crítica à contradição de se crer em um Deus que é fonte inesgotável de amor, e faltar com o amor às suas criaturas; é uma crítica à fé cega, geradora de fanatismo e descrença em pessoas dotadas de um senso crítico mais aguçado. Trazemos a lume o lúcido pensamento de Allan Kardec: “A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque quer se impor, e exige a abdicação de uma das mais preciosas prerrogativas do homem: o raciocínio e o livre-arbítrio. É essa fé contra a qual, sobretudo se obstina o incrédulo, e da qual é verdadeiro dizer que não se prescreve; não admitindo provas, ela deixa no espírito um vago de onde nasce a dúvida” (**). Se no século XIX, a fé cega já era um absurdo, o que dizermos dela em pleno século XXI, com o vertiginoso progresso alcançado em todas as áreas do conhecimento e conquistas realizadas com relação à legalização e defesa dos Direitos Humanos? De acordo com o exposto, encontramos motivos de sobra para concluirmos, que uma das principais causas do crescimento do número de ateus, especialmente entre pessoas de nível intelectual mais elevado é a fé cega e contraditória ainda presente em algumas religiões. Allan Kardec, O Livro dos Espíritos Revista da Semana, edição 65, nº 47, Editora Abril (*) Leon Denis – O Grande Enigma (http://www.autoresespiritasclassicos.com/Leon%20Denis%20Livros) (**) O Evangelho Segundo O Espiritismo - cap. XIX, item 7, IDE Transcrito do jornal O Clarim
Escrito por altamir.cunha às 15h15
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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 28/03/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Entrevistado: A ser informado Tema: A ser informado Fenômenos Mediúnicos e os Paradigmas da Ciência. (I)
F. Altamir da Cunha Natal/RN Cometerá um grande equívoco, aquele que pretenda compreender os fenômenos psíquicos atendo-se apenas a um estudo superficial do assunto, sem cogitar da trilogia que compõe o espírito encarnado (espírito, perispírito, corpo físico), da sua sobrevivência após a morte do corpo e da comunicabilidade entre o plano material e o espiritual. Hermínio C. de Miranda em Diversidade dos Carismas volume II, lembra que esses fenômenos se apresentam em duas categorias: “os anímicos – produzidos pelo espírito do próprio sensitivo, ainda que, eventualmente, em colaboração ou com suporte de espíritos desencarnados – e os mediúnicos – nos quais, o sensitivo é que se coloca na condição de colaborador de espíritos desencarnados, nem sempre voluntariamente, o comando temporário de seu corpo físico, via perispírito, a fim de que o ser desencarnado, que não dispõe no momento de seu próprio corpo material, possa comunicar-se com os encarnados.” Especialmente por desconsiderar essa verdade, a mediunidade tem sido alvo de estudos apressados e consequentemente, de conclusões equivocadas. O Livro dos Médiuns (um verdadeiro tratado sobre mediunidade) e as demais obras da codificação espírita, somente vieram a lume após minuciosa pesquisa. Allan Kardec comparava as dissertações de vários espíritos, recebidas através de médiuns diferentes. Da coerência entre estas, foi gerado o que ele chamou de princípio universal dos ensinos dos espíritos. No entanto, alguns cientistas geraram paradigmas, estabelecendo como bases exclusivas para o entendimento do fenômeno termos como: mente subconsciente, processos de dissociação ou até mesmo outros que caracterizam alguma psicopatologia. Acredita-se que foi a partir da segunda metade do século XIX e o início do século XX, por influência de pesquisadores como Frederic Myers e Pierre Janet, que os fenômenos mediúnicos têm sido interpretados como originados no subconsciente. Como conseqüência duas correntes surgiram; uma defendendo o subconsciente como responsável pelos fenômenos, sem a intervenção de espíritos desencarnados; a outra, aceitando-o como ponto através do qual os espíritos influenciavam e determinavam as ações exteriorizadas pelo médium. Frederic Myers foi um dos que acreditavam na influência dos espíritos. Ele defendia que o self era dividido em duas partes: uma pequena porção consciente, denominada supraliminal e a outra grande porção que ele chamou subliminal. Afirmava que o self subliminal seria responsável pela vida sensorial, coordenando as alucinações, telepatias, clarividência, automatismo motores e transes de possessões. Esta afirmativa dispensa comentário, pela interpretação equilibrada e lógica do autor, reconhecendo a realidade do fenômeno mediúnico. Teceremos agora alguns comentários a respeito do pensamento de Pierre Janet: Ele refutava a justificativa de paranormal para o fenômeno mediúnico. Interpretava o médium como alguém com personalidades múltiplas e distintas. Para ele o médium não era possuído por força exterior, e sim por parte de si mesmo. A princípio, afirmamos que, refutar o fenômeno mediúnico foi seu grande equívoco. Contudo, ao analisarmos o que ele diz a seguir, ‘ser o médium possuído por parte de si mesmo’ e ‘ser instrumento de manifestação do próprio subconsciente (ou inconsciente)’, concluímos que ele confirmou um fenômeno que em espiritismo é indiscutivelmente uma variante dos fenômenos psíquicos. As experiências vividas nas várias oportunidades reencarnatórias (inclua-se também a atual) encontram-se arquivadas na memória do espírito e podem eclodir em condições especiais, através de reflexos condicionados. Nessa circunstância, o espírito encarnado poderá apresentar uma conduta divergente da que lhe é comum, sem que necessariamente esteja mediunizado. Quer a ciência chame de personalidades múltiplas ou outro termo qualquer, na Doutrina Espírita esse fenômeno é conhecido como um fenômeno anímico (originado do próprio espírito encarnado), conforme foi apresentado no início (orientação de Hemínio C. de Miranda). Oportuno salientar que este fenômeno não invalida a existência do fenômeno mediúnico. (continua)
Escrito por altamir.cunha às 16h56
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Fenômenos Mediúnicos e os paradigmas da Ciência (II) (continuação) Se nos reportarmos na história da humanidade, encontraremos através de livros merecedores de crédito, registros a respeito de fenômenos que comprovam o intercâmbio entre os espíritos desencarnados e os encarnados, ainda que estes analisados de forma apressada, sejam interpretados como alguma psicopatologia. Entre estes livros que merecem credibilidade, encontra-se o evangelho de Jesus, do qual colhemos de forma sintética para justificar a nossa defesa: “E um da multidão respondendo disse: Mestre trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; e este, onde quer que o apanha despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos seus discípulos que o expulsassem, e não puderam.” (1) Destacamos parte do texto com o propósito de enfatizarmos o que analisado à luz da ciência materialista, seria interpretado como epilepsia. Mas, este diagnóstico torna-se inaceitável quando conhecemos a forma como Jesus realizou a cura:“[...]Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele.” (2) Caso se tratasse de uma enfermidade física, epilepsia, por exemplo, ele com certeza teria o poder de curar, mas não desta forma. Não havendo espírito, não haveria a necessidade de realizar a expulsão. Mais possibilidades de diagnosticar e tratar essas psicopatologias terá a ciência, quando se libertar da visão materialista e aceitar o espírito como elemento inteligente e ativo na natureza. Até mesmo a maioria dos fenômenos epileptóides, quando se procura a verdadeira causa, pode-se concluir diferente do diagnóstico da ciência. Conforme veremos a seguir: “O fenômeno epileptóide mui raramente ocorre por meras alterações no encéfalo, como sejam as que procedem de golpes na cabeça, e, geralmente, é enfermidade da alma, independente do corpo físico, que apenas registra, nesse caso, as ações reflexas.” (3) Para melhor compreendermos o que foi exposto, não devemos esquecer que as transgressões cometidas em existências passadas que causaram destruição e sofrimento nos outros, normalmente geram remorso. O remorso permanece na consciência culpada, provocando desarmonias vibratórias - ponto de conexão com as vítimas que não o perdoaram. A ação das vítimas, emitindo vibrações destruidoras invadem o córtex encefálico e assenhoreiam-se dos centros corticais. Como resultado mais comum temos as convulsões. Com o exposto não desejamos estimular a conclusão apressada de que se deve subestimar o tratamento médico indispensável em muitos casos, pois, seria inaceitável sob a ótica espírita interpretarmos tudo como fenômeno mediúnico, mas temos argumentos sufucientes para quebrar alguns paradígmas da ciência materialista e preconceituosa com relação ao fenômeno mediúnico. Referências bibliográficas: Ciência e Vida – Psique, ano III, n º 32, Editora Escala (1) Marcos 17, 18 (2) Marcos 17,25 (3) André Luiz, No Mundo Maior, FEB, cap. 25, pág.112-116. Transcrito da Revista Internacional de Espiritismo – RIE (fev/2009)
Escrito por altamir.cunha às 16h54
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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 07/03/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h Entrevistado: Dr. Salatiel - Psiquiatra, psicalista e Espírita Tema: Eutanásia, ortotanásia e distanásia EXPIAÇÃO E EVOLUÇÃO Do livro Nascer e Renascer - Emmanuel/F. Cândido Xavier O traje tem o tipo de costura a que se filia, mas a pessoa que o veste nada tem de comum com o sinal da fábrica. O vaso revela o estilo do oleiro, no entanto, o líquido que carrega, não obstante guardar-lhe a contextura, é de essência diversa. O corpo, igualmente, traz a marca dos pais que o entretecem na oficina da hereditariedade, todavia, o espírito que o maneja é muito diferente, na constituição psicológica, embora, muitas vezes, lhe comungue as tendências. Cada criatura renasce, transportando consigo a herança dos próprios atos. Regenerações e tarefas que a desencarnação interrompe alcançam recomeço em existência seguinte. A expiação alinha os quadros de enfermidade e infortúnio que começam do berço e a evolução desdobra realizações e esperanças que se entremostram na meninice. Justo compreender que Há reencarnações, equivalentes a estágios de reajuste e resgate, iniciativa e continuidade, lição e sacrifício, com lutas correspondentes a ministérios e provas, dívidas e créditos, progresso e aperfeiçoamento, recuperação e missão. A História nos apresenta rapazelhos prodígios, quando Pascal, escrevendo um tratado das seções cônicas de Euclides, e Mozart, compondo uma ópera, um e outro, antes dos quinze de idade, na experiência física. Hoje como ontem, é possível encontrar, entre menores delinqüentes, as mais avançadas vocações para crueldade, tanto quanto na rua, legiões de pobres criaturas empolgadas no desequilíbrio. Saibamos iluminar a mente infanto-juvenil na chama do conhecimento superior. Infância é o dia que alvorece. Educando-nos, para conseguir educar, conduziremos jovens e adultos à edificação do porvir, através da responsabilidade de viver, porque a morte, por escrituraria da Justiça Divina, surgirá para cada um. | |
Escrito por altamir.cunha às 12h57
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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 07/03/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:30h às 09:30h
Sabedoria e conhecimento F. Altamir da Cunha Natal/RN “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. (João 8,32) Conultando o Aurélio Século XXI, encontramos os seguintes conceitos a respeito de sabedoria e de conhecimento: sabedoria é, grande conhecimento; erudição, saber, ciência, qualidade de sábio, prudência, moderação, temperança, sensatez, reflexão, conhecimento justo das coisas; razão, conhecimento inspirado nas coisas divinas e humanas, etc. Conhecimento é, ato ou efeito de conhecer, idéia, noção, informação, notícia, ciência, prática da vida; experiência, discernimento, critério, apreciação. Do exposto percebe-se alguns pontos comuns, entre sabedoria e conhecimento, no entanto, existem os que fazem a diferença e caracterizam a verdadeira sabedoria. Destacamos: prudência, moderação, temperança, sensatez, reflexão, conhecimento justo das coisas; razão, conhecimento inspirado nas coisas divinas e humanas. Estas diferenças nos conduzem à conclusão de que nem sempre ter profundos conhecimentos é ter sabedoria. São muitos os que se imaginam donos da verdade, por serem dotados de invejável cabedal de conhecimentos, mas, continuam de corações vazios de virtudes. Estes, imprudentemente transformam o conhecimento em instrumento de promoção pessoal, sem efeito positivo na sua autotransformação . Todo conhecimento é importante, entretanto há um que é essencial, e por isso, deveria anteceder a qualquer outro – o autoconhecimento; e com ele a ação transformadora. Nem uma utilidade há, conhecermos a respeito do poder destruidor do egoísmo, se não nos tornamos mais caridosos com os nossos semelhantes, e desprendidos com relação ao que possuímos. Insignificante será, o conhecimento sobre os efeitos nocivos do orgulho, se não nos tornamos mais humildes; se continuamos firmes no propósito dominador e na tirania. Contraditório será, termos ciência sobre a ação comprometedora da maledicência, se continuamos a transformar nosso verbo em dardo peçonhento, gerando intriga e sofrimento. Inútil será o exercício do autoconhecimento, identificando os vícios e fraquezas, que obstaculam a nossa evolução e a conquista da tão almejada felicidade, se não envidamos esforços no sentido de eliminá-los dentro de nós. O homem sábio compreende que para atingir o topo de uma montanha, é necessário se submeter ao perigo e ao trabalho da escalação. Da mesma forma, compreende, que evoluir é se submeter aos desafios que se apresentam no processo evolutivo. Há uma parábola budista, que ilustra muito bem essa paradoxal atitude dos seres humanos: Um homem estava fervendo mel e recebeu a inesperada visita de um amigo. Ofereceu-lhe mel, e o visitante aceitou. Mas como o mel estava muito quente, tentou esfriá-lo com um abanador, sem, no entanto, retirá-lo do fogo. Essa atitude é idêntica a dos indivíduos que anseiam a perfeição espiritual sem se libertarem do fogo destruidor dos vícios, a dos que conhecem a verdade libertadora, no entanto, continuam escravizados às ilusões. Algumas vezes, demonstram boa vontade, mas, não se esforçam para alcançar o bom resultado. Desejam viver o presente, com a mente escravizada ao passado. A vida nos ensina, que a sabedoria somente virá em função do conhecimento, quando este nos transforma, tornando-nos melhores e identificados com os princípios éticos e morais que regem o universo.
O homem que conhece a verdade e através dela se torna mais prudente, mais sensato ou mais justo, é um sábio, e somente, então, poderá afirmar: Eu conheci a verdade e a verdade me libertou.
Escrito por altamir.cunha às 19h02
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Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 24/01/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:30h às 09:30h Abaixo informamos o resultado do I Prêmio Observatório Espírita. Fonte: www.lampadarioespírita.com
Escrito por altamir.cunha às 13h17
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