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    Blog de altamir.cunha


           

    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 14/06/09

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:15h às 09:15h

    Entrevista com Palestrante Espírita Manoel Lopes

    Tema: As Ações do Armazem da Caridade

    A Coordenadora da CRENATAL, Francisca Alves Disserta sobre

    Movimento Espírita

    Estudando o Espiritismo com Everaldo Viana

    Reflexão

     

    É difícil entender porque algumas pessoas insistem em guardar mágoas e ressentimentos como se fossem jóias raras, de valor inestimável. Escudam-se normalmente em frases como: “Eu tenho vergonha, se me ofendeu não tenho como encarar o ofensor”, ou “sou bom até que alguém pise no meu calo”.

    Com esse estilo de vida, são muitos que armazenam lixos mentais e se contaminam com as mais variadas doenças do espírito refletidas também no corpo físico. Por isso oferecemos para reflexão o texto abaixo:

     

    “Se é verdade que a cada dia basta sua carga, por que então teimamos em carregar para o dia seguinte nossas mágoas e dores?

    Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora...

    Nos apegamos ao sofrimento, ao ressentimento, Como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora.

    Vivemos com o lixo da existência, quando tudo seria mais claro e límpido com o coração renovado.

     

     

    As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos,

    do que fizemos e do que devemos evitar.

    Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as nossas vivências e nos deixar como novos.

    Ainda bem...

     

    Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos.

     

    Não podemos nos esquecer de nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas.

    Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossas vidas, muitas vezes sem saber.

    O que não podemos é carregar dia-a-dia, com teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota e o ressentimento.

     

    Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir durante toda uma vida.

     

    As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência.

     

    Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer:

    Eu não preciso mais disso, isso aqui não me traz nenhum benefício E quando só ficarem as lembranças das alegrias, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor, mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros.

    Seremos mais leves, mais fáceis de ser carregados, mesmo por aqueles que já nos amam.

     

    Não é a expressão do rosto que mostra o que vai no coração?

    De coração aberto e limpo nos tornamos mais bonitos e atraentes e as coisas boas começam a acontecer.

    Luz atrai, beleza atrai. Tente a experiência!!!

    Sua vida é única e você é único, Sua vida merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja plena e feliz”.

     

    Texto: Letícia Thompson

    Enviado por Wallace Holanda – Mossoró/RN



    Escrito por altamir.cunha às 09h09
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 14/06/09

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevista com Palestrante Espírita Jalison Rego

    Tema: Mediunidade nos Animais

    A Coordenadora da CRENATAL, Francisca Alves Disserta sobre

    Movimento Espírita

    Estudando o Espiritiismo com Altamir da Cunha

    Esclarecendo sobre a obsessão

    F. Altamir da Cunha      Natal/RN

     

     1- Existe algum sintoma que nos faça concluir que estamos obsidiados?

        - Quando nos habituamos ao exercício do auto-conhecimento, dispomos de condições para concluirmos a respeito de alguma alteração negativa do nosso comportamento diuturno, alertando-nos sobre uma possível influência espiritual (obsessão). Mas é preciso que adquiramos uma certa prática, pois muitas vezes os sintomas de uma obsessão simples (arrepios, dores de cabeça, mudança de humor, etc.) também poderão ser reflexos de distúrbios naturais que sentimos, sem necessariamente estarem associados à obsessão.

     

       2- Como podemos interpretar a culpabilidade de alguém que está obsidiado e pratica       delito?

          - Esse caso requer um comentário a mais. O fato de alguém ter praticado um delito  sob o domínio de um espírito (num estágio de subjugação) atenua o seu débito, por não ser ele portador de total liberdade nessa circunstância; porém não o isenta totalmente de culpa, pois toda obsessão se instala com uma certa permissividade, por parte da obsidiado. É normalmente fruto de sua invigilância, contrariando o ensinamento de Jesus: “Vigiai e orai para não cairdes em tentação”.

     

         3- Como eu posso diferenciar os meus pensamentos dos pensamentos de um espírito, que esteja me obsidiando?

          - Mais uma vez fazemos referência à sabedoria do Mestre Jesus, convidando-nos à vigilância e à oração. Toda pessoa no seu senso normal está familiarizada com os seus pensamentos e desejos mais comuns. Mantendo-se vigilante, ele saberá identificar quando esses pensamentos e desejos estão sendo alterados ou substituídos por outros de ordem inferior; gerando prejuízos para si e (ou) para os outros. Assim identificados, poderemos concluir sobre uma provável obsessão.

     

        4- Com relação aos reflexos das obsessões sobre a nossa saúde, como decidir entre procurar um médico ou uma casa espírita?

         - Nós principalmente, que atendemos na Casa Espírita, através do diálogo fraterno, nos deparamos constantemente com casos que apresentam dúbio aspecto; ou seja, apresentam sintomas que identificam tanto problemas que requerem tratamento médico, quanto espiritual. Essa dubiedade deve-se ao fato de sermos espíritos encarnados; naturalmente acontece uma mútua influência: o corpo influenciando o espírito e vice-versa. Sabemos que existem doenças físicas que geram obsessões e obsessões que geram doenças físicas. Daí a necessidade de orientarmos para que sejam feitos os dois tratamentos (espiritual e médico).

     

        5- A obsessão apenas existe por ação de um desencarnado sobre um encarnado?

         - Não. Com relação a atividade e passividade em uma obsessão, assim podemos apresentar:

     

         - Desencarnado sobre encarnado

           Esta é a obsessão mais conhecida, e resulta normalmente da ação persistente e maldosa de espíritos desencarnados. Mas também pode acontecer quando espíritos em desequilíbrio, mas não necessariamente maus, são atraídos para os encarnados por força de laços afetivos (caso de familiares) ou afinidades vibratórias, ou a procura de ajuda.


         - Encarnado sobre desencarnado

          As causas mais comuns (não únicas) são: a inconformação do encarnado, lamentando e desejando a permanência do ente querido, ou no caso de desafetos, emissão de pensamentos negativos por parte do encarnado. Estas atitudes geram fortes laços magnéticos, que o atrai o desencarnado, dificultando o seu retorno e fazendo-o sofrer.

     

         - Desencarnado sobre desencarnado

          Embora provoque surpresa nas pessoas desinformadas com relação à vida após a morte, é oportuno esclarecer, que a morte não elimina o ódio. Muitos espíritos que retornam à espiritualidade, dominados por esse sentimento, não conseguem de imediato apagar de seus corações o desejo incontrolável de vingança. Nesta condição, não apenas obsidia o inimigo enquanto se encontra no corpo físico, como aguarda a sua desencarnação para continuar o plano de vingança.

     

         - Encarnado sobre encarnado

           Não podemos esquecer que nós influenciamos e somos influenciados constantemente, quer seja por pensamento ou por ação mais ostensiva. Essa influência pode ser positiva ou negativa de acordo com seus reflexos no receptor. De forma que, se a influência causa sofrimento ou cerceia a liberdade do outro, está assim, caracterizada a obsessão.

           Portanto, podemos afirmar que o déspota, o ciumento possessivo, o patrão que escraviza, o subalterno preguiçoso e rebelde, pais dominadores que furtam a liberdade e criam dependências nos filhos, são exemplos de obsessores encarnados escravizando e fazendo sofrer outros encarnados.

     

     



    Escrito por altamir.cunha às 11h00
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