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    Blog de altamir.cunha


           

    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 14/06/09

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:15h às 09:15h

    Entrevista com Palestrante Espírita Manoel Lopes

    Tema: As Ações do Armazem da Caridade

    A Coordenadora da CRENATAL, Francisca Alves Disserta sobre

    Movimento Espírita

    Estudando o Espiritismo com Everaldo Viana

    Reflexão

     

    É difícil entender porque algumas pessoas insistem em guardar mágoas e ressentimentos como se fossem jóias raras, de valor inestimável. Escudam-se normalmente em frases como: “Eu tenho vergonha, se me ofendeu não tenho como encarar o ofensor”, ou “sou bom até que alguém pise no meu calo”.

    Com esse estilo de vida, são muitos que armazenam lixos mentais e se contaminam com as mais variadas doenças do espírito refletidas também no corpo físico. Por isso oferecemos para reflexão o texto abaixo:

     

    “Se é verdade que a cada dia basta sua carga, por que então teimamos em carregar para o dia seguinte nossas mágoas e dores?

    Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora...

    Nos apegamos ao sofrimento, ao ressentimento, Como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora.

    Vivemos com o lixo da existência, quando tudo seria mais claro e límpido com o coração renovado.

     

     

    As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos,

    do que fizemos e do que devemos evitar.

    Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as nossas vivências e nos deixar como novos.

    Ainda bem...

     

    Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos.

     

    Não podemos nos esquecer de nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas.

    Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossas vidas, muitas vezes sem saber.

    O que não podemos é carregar dia-a-dia, com teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota e o ressentimento.

     

    Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir durante toda uma vida.

     

    As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência.

     

    Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer:

    Eu não preciso mais disso, isso aqui não me traz nenhum benefício E quando só ficarem as lembranças das alegrias, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor, mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros.

    Seremos mais leves, mais fáceis de ser carregados, mesmo por aqueles que já nos amam.

     

    Não é a expressão do rosto que mostra o que vai no coração?

    De coração aberto e limpo nos tornamos mais bonitos e atraentes e as coisas boas começam a acontecer.

    Luz atrai, beleza atrai. Tente a experiência!!!

    Sua vida é única e você é único, Sua vida merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja plena e feliz”.

     

    Texto: Letícia Thompson

    Enviado por Wallace Holanda – Mossoró/RN



    Escrito por altamir.cunha às 09h09
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 14/06/09

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevista com Palestrante Espírita Jalison Rego

    Tema: Mediunidade nos Animais

    A Coordenadora da CRENATAL, Francisca Alves Disserta sobre

    Movimento Espírita

    Estudando o Espiritiismo com Altamir da Cunha

    Esclarecendo sobre a obsessão

    F. Altamir da Cunha      Natal/RN

     

     1- Existe algum sintoma que nos faça concluir que estamos obsidiados?

        - Quando nos habituamos ao exercício do auto-conhecimento, dispomos de condições para concluirmos a respeito de alguma alteração negativa do nosso comportamento diuturno, alertando-nos sobre uma possível influência espiritual (obsessão). Mas é preciso que adquiramos uma certa prática, pois muitas vezes os sintomas de uma obsessão simples (arrepios, dores de cabeça, mudança de humor, etc.) também poderão ser reflexos de distúrbios naturais que sentimos, sem necessariamente estarem associados à obsessão.

     

       2- Como podemos interpretar a culpabilidade de alguém que está obsidiado e pratica       delito?

          - Esse caso requer um comentário a mais. O fato de alguém ter praticado um delito  sob o domínio de um espírito (num estágio de subjugação) atenua o seu débito, por não ser ele portador de total liberdade nessa circunstância; porém não o isenta totalmente de culpa, pois toda obsessão se instala com uma certa permissividade, por parte da obsidiado. É normalmente fruto de sua invigilância, contrariando o ensinamento de Jesus: “Vigiai e orai para não cairdes em tentação”.

     

         3- Como eu posso diferenciar os meus pensamentos dos pensamentos de um espírito, que esteja me obsidiando?

          - Mais uma vez fazemos referência à sabedoria do Mestre Jesus, convidando-nos à vigilância e à oração. Toda pessoa no seu senso normal está familiarizada com os seus pensamentos e desejos mais comuns. Mantendo-se vigilante, ele saberá identificar quando esses pensamentos e desejos estão sendo alterados ou substituídos por outros de ordem inferior; gerando prejuízos para si e (ou) para os outros. Assim identificados, poderemos concluir sobre uma provável obsessão.

     

        4- Com relação aos reflexos das obsessões sobre a nossa saúde, como decidir entre procurar um médico ou uma casa espírita?

         - Nós principalmente, que atendemos na Casa Espírita, através do diálogo fraterno, nos deparamos constantemente com casos que apresentam dúbio aspecto; ou seja, apresentam sintomas que identificam tanto problemas que requerem tratamento médico, quanto espiritual. Essa dubiedade deve-se ao fato de sermos espíritos encarnados; naturalmente acontece uma mútua influência: o corpo influenciando o espírito e vice-versa. Sabemos que existem doenças físicas que geram obsessões e obsessões que geram doenças físicas. Daí a necessidade de orientarmos para que sejam feitos os dois tratamentos (espiritual e médico).

     

        5- A obsessão apenas existe por ação de um desencarnado sobre um encarnado?

         - Não. Com relação a atividade e passividade em uma obsessão, assim podemos apresentar:

     

         - Desencarnado sobre encarnado

           Esta é a obsessão mais conhecida, e resulta normalmente da ação persistente e maldosa de espíritos desencarnados. Mas também pode acontecer quando espíritos em desequilíbrio, mas não necessariamente maus, são atraídos para os encarnados por força de laços afetivos (caso de familiares) ou afinidades vibratórias, ou a procura de ajuda.


         - Encarnado sobre desencarnado

          As causas mais comuns (não únicas) são: a inconformação do encarnado, lamentando e desejando a permanência do ente querido, ou no caso de desafetos, emissão de pensamentos negativos por parte do encarnado. Estas atitudes geram fortes laços magnéticos, que o atrai o desencarnado, dificultando o seu retorno e fazendo-o sofrer.

     

         - Desencarnado sobre desencarnado

          Embora provoque surpresa nas pessoas desinformadas com relação à vida após a morte, é oportuno esclarecer, que a morte não elimina o ódio. Muitos espíritos que retornam à espiritualidade, dominados por esse sentimento, não conseguem de imediato apagar de seus corações o desejo incontrolável de vingança. Nesta condição, não apenas obsidia o inimigo enquanto se encontra no corpo físico, como aguarda a sua desencarnação para continuar o plano de vingança.

     

         - Encarnado sobre encarnado

           Não podemos esquecer que nós influenciamos e somos influenciados constantemente, quer seja por pensamento ou por ação mais ostensiva. Essa influência pode ser positiva ou negativa de acordo com seus reflexos no receptor. De forma que, se a influência causa sofrimento ou cerceia a liberdade do outro, está assim, caracterizada a obsessão.

           Portanto, podemos afirmar que o déspota, o ciumento possessivo, o patrão que escraviza, o subalterno preguiçoso e rebelde, pais dominadores que furtam a liberdade e criam dependências nos filhos, são exemplos de obsessores encarnados escravizando e fazendo sofrer outros encarnados.

     

     



    Escrito por altamir.cunha às 11h00
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     Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 01/06/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Cobertura da comemoração dos 25 anos de fundação do N.E. Nosso Lar

    Entrevista com o escritor e Conferencista Espírita Liszt Rangel

    Estudando o Espiritiismo com o Palestrante Espírita Everaldo

    UM MINUTO APENAS 

    Lúcia era uma mulher feliz, como poucas, acreditava. Casada com o homem por quem se apaixonara nos verdes anos da adolescência, vivia o sonho da mulher realizada. Um filho lhe viera coroar a felicidade. Que mais ela poderia desejar?

    Acordava pela manhã e saudava o dia cantarolando. Com alegria realizava as tarefas do lar, cuidava do filho, aguardava o marido.

    Tudo ía muito bem até o dia em que descobriu que o homem que tanto amava, a traía. E não era de agora. O problema vinha tomando corpo ha algum tempo. Magoada, se dirigiu ao marido e exigiu-lhe respeito. A resposta foi brutal, violenta. O homem encantador tornou-se raivoso, briguento. Chegou a bater-lhe.

    Foi nesse dia que Lúcia teve a certeza de que seu casamento acabara. Não poderia continuar vivendo com alguém que chegara à agressão física.

    Então, acordou na manhã de tristeza, depois de uma noite de angústia, e tomou uma séria decisão.

    Iria se matar. Acabar com a própria vida. Mais do que isto, ela desejava vingança.

    Por isso, tomou o filho de quatro anos pela mão e decidiu que o mataria. Queria que o marido ficasse com drama de consciência. Seu destino era o farol da Barra, na cidade de Salvador, Bahia, onde residia. Ela sabia que era um local onde o mar batia com violência no penhasco.

    A rua por onde transitava era muito movimentada. Enquanto aguardava para fazer a travessia, a criança escapou da sua mão e correu por entre os carros. Ela se desesperou.

    Estranho paradoxo. Conduzia a criança para jogá-la ao mar mas, quando a vê correr perigo, esquece de si mesma e vai-lhe no encontro, agarra-a e a puxa pela mão, um tanto nervosa.

    Neste momento, a criança se abaixa, alheia a tudo que se passava, e recolhe do chão um papel. Lúcia o toma das mãos do pequeno e um título, em letras grandes, lhe chama a atenção: UM MINUTO APENAS.

    Ela lê: "num minuto apenas, a tormenta acalma, a dor passa, o ausente chega. O dinheiro muda de mão, o amor parte, a vida muda."

    Vai andando, puxando a criança e lendo a página. Era uma página mediúnica que vinha assinada por um Espírito.

    Ela terminou de ler. Passou o ímpeto. Em um minuto. Parou, olhou ao redor e verificou que tinha chegado ao seu destino. O penhasco estava próximo. Sentou-se e teve uma crise de choro. O impulso de se matar havia desaparecido.

     

    Fonte: www.momento.com.br | suporte@momento.com.br

     © Momento Espírita 2003

     



    Escrito por altamir.cunha às 14h49
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 24/05/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevista com palestrante espírita: Altamir da Cunha

    Tema: Atualidades e Espiritismo

    Estudando o Espiritismo com o confrade e palestrante ROBSON ANTUNES

    Tema: Desemprego

    EM TORNO DO SEXO

    Pergunta - O Espírito que animou o corpo de um homem pode animar o de uma mulher, numa nova existência, e vice-versa?

    Resposta - Sim, pois são os mesmos os Espíritos que animam os homens e as mulheres. Item nº 201 de "O livro dos espíritos". Ante os problemas do sexo, é forçoso lembrar que toda criatura traz os seus temas particulares, com referência ao assunto.

    Atendendo à soma das qualidades adquiridas, na fieira das próprias reencarnações, o Espírito se revela, no Plano Físico, pelas tendências que registra nos recessos do ser, tipificando-se na condição de homem ou de mulher, conforme as tarefas que lhe cabe realizar.

    Além disso a individualidade, muitas vezes, independentemente dos sinais morfológicos, encerra em si extensa problemática, em se tratando de vinculações e inclinações de caráter múltiplo. Cada pessoa se distingue por determinadas peculiaridades no mundo emotivo.

    O sexo se define, desse modo, por atributo não apenas respeitável mas profundamente santo da Natureza, exigindo educação e controle.

    Através dele dimanam forças criativas, às quais devemos, na Terra, o instituto da reencarnação, o templo do lar, as bênçãos da família, as alegrias revitalizadoras do afeto e o tesouro inapreciável dos estímulos espirituais.

    Desarrazoado subtrair-lhe as manifestações aos seres humanos, a pretexto de elevação compulsória, de vez que as

    sugestões da erótica se entranham na estrutura da alma, ao mesmo tempo que seria absurdo deslocá-lo de sua posição venerável, a fim de arremessá-lo ao campo da aventura menos digna, com a desculpa de se lhe garantir a libertação.

     

    Sexo é espírito e vida, a serviço da felicidade e da harmonia do Universo. Conseguintemente, reclama responsabilidade e discernimento, onde e quando se expresse. Por isso mesmo, nossos irmãos e nossas irmãs precisam e devem saber o que fazem com as energias genésicas, observando como, com quem e para que se utilizam de semelhantes recursos, entendendo-se que todos os compromissos na vida sexual estão igualmente subordinados à Lei de Causa e Efeito; e, segundo esse exato princípio, de tudo o que dermos a outrem, no mundo afetivo, outrem também nos dará.

    Transcrito do livro: Vida e Sexo – Emmanuel/ F. C. Xavier,FEB



    Escrito por altamir.cunha às 13h56
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 10/05/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Cobertura do Chá das Mães

    Estudando o Espiritismo com nosso confrade e palestrante Everaldo

    ...E Olhai Por Vós...

     

    Emmanuel / Chico Xavier

     

    "E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez e dos cuidados desta vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia." - Jesus. (LUCAS, 21:34.)

     

    Em geral, o homem se interessa por tudo quanto diga respeito ao bem-estar imediato da existência física, descuidando-se da vida espiritual, a sobrecarregar sentimentos de vícios e inquietações de toda sorte.
    Enquanto lhe sobra tempo para comprar aflições no vasto noticiário dos planos inferiores da atividade terrena, nunca encontra oportunidade para escassos momentos de meditação elevada. 

    Fixa com interesse as ondas destruidoras de ódio e treva que assolam nações, mas não vê, comumente, as sombras que o invadem. Vasculha os males do vizinho e distrai-se dos que lhe são próprios.

    Não cuida senão de alimentar convenientemente o veículo físico, mergulhando-se no mar de fantasias ou encarcerando-se em laços terríveis de dor, que ele próprio cria, ao longo do caminho.

    Depois de plasmar escuros fantasmas e de nutrir os próprios verdugos, clama, desesperado, por Jesus e seus mensageiros.

    O Mestre, porém, não se descuida em tempo algum e, desde muito, recomendou vele cada um por si, na direção da espiritualidade superior.

    Sabia o Senhor quanto é amargo o sofrimento de improviso e não nos faltou com o roteiro, antecedendo-nos a solicitação, há muitos séculos.

    Retire-se cada um dos excessos na satisfação egoística, fuja ao relaxamento do dever, alije as inquietações mesquinhas - e estará preparado à sublime transformação.

    Em verdade, a Terra não viverá indefinidamente, sem contas; contudo, cada aprendiz do Evangelho deve compreender que o instante da morte do corpo físico é dia de juízo no mundo de cada homem.       

     



    Escrito por altamir.cunha às 15h46
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 03/05/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevistado: A ser informado

    Estudando o Espiritismo : A ser informado

     

    19

    Alma e reencarnação

     

            DEPOIS DA MORTE — Efetivamente, logo após a mor­te física, sofre a alma culpada minucioso processo de purgação, tanto mais produtivo quanto mais se lhe exteriorize a dor do arrependimento, e, apenas depois disso, consegue elevar-se a es­feras de reconforto e reeducação.

     

     

     

            Se a moléstia experimentada na veste somática foi longa e difícil, abençoadas depurações terão sido feitas, pelo ensejo de auto-exame, no qual as aflições suportadas com paciência lhe alteraram sensações e refundiram idéias.

     

     

     

           Todavia, se essa operação natural não foi possível no cír­culo carnal, mais se lhe agravam os remorsos, depois do túmu­lo, por recalcados na consciência, a aflorarem, todos eles, atra­vés de reflexão, renovando as imagens com que foram fixados na própria alma.

     

     

     

            Criminosos que mal ressarciram os débitos contraídos, instados pelo próprio arrependimento, plasmam, em torno de si mesmos, as cenas degradantes em que arruinaram a vida íntima, alimentando-as à custa dos próprios pensamentos desgoverna­dos.

     

     

     

           Caluniadores que aniquilaram a felicidade alheia vivem pesadelos espantosos, regravando nas telas da memória os pade­cimentos das vítimas, como no dia em que as fizeram descer para o abismo da angústia, algemados ao pelourinho de obsi­dentes recordações.

     

     

     

          Tiranetes diversos volvem a sentir nos tecidos da própria alma os golpes que desferiram nos outros, e os viciados de toda sorte, quais os dipsômanos e morfinômanos, experimentam agoniada insatisfação, qual ocorre também aos desequilibrados do sexo, que acumulam na organização psicossomática as car­gas magnéticas do instinto em desvario, pelas quais se locali­zam em plena alienação.

     

    As vítimas do remorso padecem, assim, por tempo correspondente às necessidades de reajuste, larga interna­ção em zonas compatíveis com o estado espiritual que de­monstram.

    Do livro: Evolução em dois mundos - F. Cândido Xavier/André Luiz - FEB



    Escrito por altamir.cunha às 18h08
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 12/04/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevistado: A ser informado

    Estudando o Espiritismo com Everaldo - Tema: A ser informado

     

     


    A menina e o aborto

     
     
    Algumas dúvidas foram levantadas com relação à posição espírita no caso da menina de 9 anos que, ao ser engravidada por um estupro cometido por seu padrasto, foi submetida ao aborto. A excomunhão da mãe da garota e dos médicos, por parte de uma autoridade da Igreja, provocou protestos de todos os lados, inclusive do Presidente da República, e desde que o caso veio à tona não houve notícia mais comentada em nosso país.

     

    A justificativa médica foi posta com clareza para que todos soubessem: o abortamento foi praticado para preservar a vida da gestante, visto que sua gravidez foi considerada de altíssimo risco em face da pouca idade da menina e de não ter ela os órgãos perfeitamente formados para dar curso à gestação de dois bebês.

     

    Eis o que os imortais disseram sobre o assunto (O Livro dos Espíritos, questão 359):  

    – Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?  

    “Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.” 

    O motivo de tal entendimento é por demais óbvio.

     

    Preservando-se a vida da gestante, pode esta perfeitamente engravidar de novo. Morrendo, não. E, em caso de falecimento, se do parto nascer alguma criança, esta dependerá do favor alheio para sobreviver, crescer e ser amparada ao longo da vida.

     

    É bom, no entanto, que fique claro que o abortamento em causa se justifica pelo risco que a continuidade da gestação imporia à gestante, e não pela ocorrência do estupro, embora nos dois casos a legislação brasileira considere legal o procedimento. Os motivos pelos quais vários autores espíritas se posicionam contra o aborto nos demais casos, excetuado o que se efetua para salvar a vida da gestante, já foram examinados aqui em outra oportunidade.

     

     

    Transcrição parcial do Editorial da revista semanal eletrônica

    O Consolador - ano 2 - nº 99 - 22 de março de 2009 - www.oconsolador.com.br

        
     


    Escrito por altamir.cunha às 11h46
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 22/03/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevistado: Carlos de Paula-Tema: Educação e Espiritismo

    Estudando o Espiritismo com Everaldo - Tema: Aborto

    Pensamento e obsessão

    F. Altamir da Cunha    Natal/RN

     

    É comum a interpretação de que a responsabilidade pelo processo obsessivo é unilateral. O obsessor é visto como o único responsável, atuando simplesmente pela satisfação de fazer sofrer. O obsidiado é considerado como vítima passiva, submetido a um doloroso determinismo, contra o qual não pode se precaver ou se libertar, que não seja através da caridade dos bem-feitores espirituais, dispensada nos centros espíritas. Nada justifica esse equívoco. O encarnado não está isento de culpa, nem tampouco do dever de prevenção e cura. Qualquer neófito do Espiritismo sabe que a obsessão é um fenômeno bilateral – sugestão do desencarnado e aceitação do encarnado.

    Quanto a prevenção e cura, realizar-se-ão através da substituição dos pensamentos por outros mais apropriados para afastar os maus espíritos e atrair os bons.

    Todo processo obsessivo é resultado da lei de ação e reação, que também rege o fenômeno de sintonia mental. O desencarnado é o emissor (caso específico de obsessão de desencarnado sobre encarnado), e o encarnado o receptor, podendo aceitar ou rejeitar a sugestão.

    Esse mecanismo é semelhante ao da estação de rádio que emite através de ondas sonoras a sua programação. Para que concretize seu objetivo é necessário que o receptor se encontre sintonizado na sua freqüência.

    O pensamento é um atributo do espírito – verdade indiscutível. Não importa que esteja encarnado ou desencarnado, através do pensamento ele pode influenciar e ser influenciado, sendo essa influência boa ou má de acordo com a afinidade espiritual de cada um. De forma que podemos afirmar que só existem obsessões porque existem encarnados invigilantes, que cultivam as mesmas preferências dos obsessores; em outras palavras, porque existe a sintonia.

    Jesus, profundo conhecedor desse fenômeno advertiu: “vigiai e orai para que não entreis em tentação”. (*)

    Estar vigilante é estar atento às elaborações mentais, mantendo o controle para que não seja gerada sintonia com mentes oportunistas.  

    Não foi vã a advertência do Mestre, pois a invigilância dos habitantes do nosso planeta, tem transformado a obsessão em um preocupante flagício social. Isso é notório no noticiário apresentado pelos órgãos de divulgação em massa.

     

    São repetições quase intermináveis, de notícias destacando as guerras, as tragédias passionais e a violência contra crianças e idosos. A princípio pode ser visto como natural e inofensivo. Todavia, ao considerarmos que as notícias podem gerar imagens correspondentes nas mentes que as absorvem, não será tão inofensivo.

    Através de reflexos condicionados, sentimentos nocivos adormecidos, poderão emergir, predispondo-as a indesejáveis processos obsessivos.

     

    Se considerarmos o poder de abrangência desses órgãos de divulgação - influenciando milhões de mentes ao mesmo tempo - a nossa preocupação não será apenas com as obsessões individuais, ao considerarmos que essas poderão transmudar-se, adquirindo caráter epidêmico.

    Justificamos o que expomos, relembrando uma tragédia que se tornou por muito tempo presença no noticiário brasileiro, tornando-se uma das maiores atrações, assistida e discutida no lar e no ambiente de trabalho – a morte da criança Isabela Nardone.

     

    Poucas notícias, das mais importantes que possamos considerar, foram aguardadas com tanta ansiedade. Muitos telespectadores influenciados pelas imagens apresentadas, reacenderam a chama de violência do passado, transformaram-se em juízes parciais e cruéis ou carrascos insensíveis, apresentaram sentenças sem análise prévia que proporcionasse um julgamento justo; alguns ventilaram até a aplicação da pena de morte. Poucos, porém, lamentaram o ocorrido, externando também compaixão pelo trágico equívoco cometido pelos autores da tragédia.

     

    Cada pessoa reagiu exteriorizando o sentimento de sua preferência, mas era comum o sentimento de ódio e o extremado desejo de vingança; comportamento que bem caracteriza uma obsessão. Esta conclusão não é destituída de fundamento, quando  tomamos como referência, o que afirmou Manoel P. de Miranda através da psicografia de Divaldo Pereira Franco: “Todo comportamento que se exacerba ou se deprime, exaltando paixões e comandando desregramentos, fomentando ódios e distonias, guardam, na sua raiz, graves incidências obsessivas que merecem cuidados especiais.” (**)

    Resultados idênticos conseguem os espíritos maldosos, nas suas repetidas sugestões, quando encontram nas vítimas a sintonia necessária.

    Na prática isso quer dizer que a obsessão não é um fenômeno resultante de ação unilateral; o obsessor somente obtém êxito em seu empreendimento porque encontra na vítima a aceitação de suas sugestões.

     

    Sabemos que muitos poderão não concordar com o que expomos, quando consideram que em alguns casos, parece ter havido mudança da água para o vinho – o obsidiado jamais externou um comportamento que justificasse a obsessão. Mas como espíritas não devemos esquecer: Muitos sentimentos e vícios do passado ainda que não postos em prática, continuam ativos como pensamentos e desejos que nos comprazem. São eles as matrizes, que favorecem às obsessões.

     

      Matéria transcrita do jornal O Clarim - Mar/2009

    (*)   Mateus 26,41

    (**) Temas da Vida e da Morte, FEB



    Escrito por altamir.cunha às 10h32
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 15/03/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

     

    A fé cega e sua influencia na formação de incrédulos

    F. Altamir da Cunha       Natal/RN

     

    Não é de agora que movimentos de grupos de ateus constituídos na sua maioria por cientistas e outras pessoas de elevado nível cultural abalam as bases das religiões tradicionais com afirmativas e perguntas consideradas como absurdas. A revista americana Times na década de sessenta com o artigo intitulado “Deus está morto?”, desferia um golpe de efeitos profundos na comunidade religiosa. Outros desafios sucederam-se na tentativa de por em dúvida a crença na existência de Deus e na importância da religião.

     

    O jornalista inglês Cristopher Hitchens, com o livro ‘Deus Não é Grande’; Richard Dawkins, biólogo britânico, com ‘Deus, um Delírio’; Sam Harris, filósofo americano autor de ‘O fim da Fé’ e ‘Cartas a uma Nação Cristã’; Daniel Dennet, filósofo americano, autor de ‘Quebrando o Encanto’, são alguns entre tantos que disparam seus mísseis materialistas com o propósito de destruir os paradigmas religiosos.

     

    Recentemente A Revista Da Semana (Editora Abril, edição 65, nº 47) destacou em sua capa a pergunta: Por que acreditar em Deus? E em artigo cujo título é: A crença dos ateus, fez referência ao movimento de iniciativa de ateus americanos e britânicos, que através de anúncios em ônibus, exibiam frases em inglês que traduzidas diziam: Por que acreditar em um Deus? Apenas seja bom, pelo amor de Deus.

     

    Tornou-se cada vez mais freqüente a polêmica entre os que crêem e os que negam, convidando-nos a profundas reflexões sobre o assunto.

    Emitiremos algumas considerações, não para nos fazermos advogados de defesa, contra-argumentando os ateus e convencendo-os a acreditar na existência de Deus. Não, pois cada pessoa tem o direito de crer ou negar, em cumprimento à liberdade de expressão.

     

     

    Como espíritas, não temos dúvida de que Deus existirá sempre, apesar das negações infundadas dos contraditores de plantão. Se um cego de nascença que não dispõe das condições necessárias para apreciar a luz solar, nega a existência do sol, não é por isso que o sol deixará de existir.

     

    Na questão 651 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec registrou sua preocupação com o assunto:

     

    Terá havido povos destituídos de todo sentimento de adoração?

    - “Não, que nunca houve povos de ateus. Todos compreendem que acima de tudo há um Ente Supremo.”

    Por que então, um sentimento que é inato no espírito, em certa fase da vida, especialmente entre grupos dotados de nível intelectual acima da média, transforma-se em veemente negação?

     

     Acrescentamos também: porque estes mesmos negadores apresentam argumentos que o crente de bom senso mesmo não concordando plenamente, sente-se convidado a realizar profundas reflexões?

     

    Tomemos como exemplo o lema da campanha dos grupos ateus, ao qual nos referimos anteriormente: Por que acreditar em um Deus? Apenas seja bom, pelo amor de Deus.

    Talvez muitos ao interpretarem este lema literalmente, o rejeitem por não compreenderem o seu sentido crítico. As duas frases apresentam um certo antagonismo, quando tomamos como referência dois princípios que norteiam as religiões: a existência de Deus e a prática do bem.

     

     

    Na primeira frase descarta-se a necessidade de se acreditar em um Deus; na segunda defende-se a necessidade de ser bom.

    Interpretamos que descartar a necessidade de uma inteligência superior, que dirige todos os fenômenos inteligentes do universo, que não podem ser atribuídos ao homem, seria um absurdo. Esses fenômenos não se explicam por si só.

     

    É bastante atentarmos para as angústias, que atormentam a humanidade, a qual impotente para vencê-las, consegue através da fé em um ser superior em bondade e justiça, consolação e força para continuar a viver, e concluiremos a respeito da importância dessa crença.

     

     

    Respeitamos o direito do ateu, negar a existência de Deus, no entanto, desafiamos para que se prove a utilidade dessa negação nos momentos críticos que a humanidade passou ou haverá de passar. Ao fazermos uma retrospectiva na história da humanidade, comprovaremos que:  “Em todos os tempos e em todos os meios a queixa humana sobe para esse Espírito divino, para essa Alma do mundo que se honra sob nomes diversos, mas que, sob tantas denominações – Providência, grande Arquiteto, Ser supremo, Pai celeste –, é sempre o Centro, a Lei, a Razão universal, em que o mundo se conhece, se possui, encontra sua consciência e seu eu.

     

     

    E é assim que, acima desse incessante fluxo e refluxo de elementos passageiros e mutáveis, acima dessa variedade, dessa diversidade infinita dos seres e das coisas que constituem o domínio da Natureza e da Vida, o pensamento encontra no Universo esse princípio fixo, imutável, essa Unidade consciente em que se unem a essência e a substância, fonte primeira de todas as consciências e de todas as formas, visto que consciência e forma, essência e substância, não podem existir uma sem a outra. Elas se unem para constituir essa Unidade viva, esse Ser absoluto e necessário, fonte de todos os seres, ao qual chamamos Deus.” (*)

     

    Agora, analisemos a segunda frase: “Apenas seja bom, pelo amor de Deus”.

    Ser bom, ter compaixão, ser caridoso, são ações que refletem a lei de amor, ensinada pelas religiões, mas contrariadas, como argumentam os ateus (destacam da história da humanidade, mortandade e perseguição religiosas). Podemos interpretar que esta frase é uma crítica à contradição de se crer em um Deus que é fonte inesgotável de amor, e faltar com o amor às suas criaturas; é uma crítica à fé cega, geradora de fanatismo e descrença em pessoas dotadas de um senso crítico mais aguçado.

     

     

    Trazemos a lume o lúcido pensamento de Allan Kardec:

     “A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque quer se impor, e exige a abdicação de uma das mais preciosas prerrogativas do homem: o raciocínio e o livre-arbítrio. É essa fé contra a qual, sobretudo se obstina o incrédulo, e da qual é verdadeiro dizer que não se prescreve; não admitindo provas, ela deixa no espírito um vago de onde nasce a dúvida” (**).

     

     

     Se no século XIX, a fé cega já era um absurdo, o que dizermos dela em pleno século XXI?

    De acordo com o exposto, encontramos motivos de sobra para concluirmos, que uma das principais causas do crescimento do número de ateus, especialmente entre pessoas de nível intelectual mais elevado é a fé cega e contraditória ainda presente em algumas religiões. 

    Fonte: Allan Kardec, O Livro dos Espíritos 

    Revista da Semana, edição 65, nº 47, Editora Abril 

    (http://www.autoresespiritasclassicos.com/Leon%20Denis%20Livros

    (*) Leon Denis – O Grande Enigma 

    (**) O Evangelho Segundo O Espiritismo - cap. XIX, item 7, IDE

    Transcrito do jornal O Clarim (fev/2009)

     



    Escrito por altamir.cunha às 14h33
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 0803/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevista com o Conferencista Espírita  e Ex- Diretor do Departamento

    de Assuntos mediúnicos da FERN - José Soares - Tema: Mediunidade e Obsessão

    Estudando o Espiritismo com o conferencista Espírita Everaldo Tema: Aborto

     

    Obsessão e possessão

     1 – Qual a causa das obsessões?

     “Assim como as enfermidades resultam das imperfeições físicas que tornam o corpo acessível às perniciosas influências exteriores, a obsessão decorre sempre de uma imperfeição moral, que dá ascendência a um Espírito mau. A uma causa física, opõe-se uma força física; a uma causa moral preciso é se contraponha uma força moral.”

     2 – Como deve proceder o obsidiado para se libertar da obsessão?

     “Para preservá-lo das enfermidades, fortifica-se o corpo; para garanti-la contra a obsessão, tem-se que fortalecer a alma; donde, para o obsidiado, a necessidade de trabalhar por se melhorar a si próprio, o que as mais das vezes basta para livrá-lo do obsessor, sem o socorro de terceiros. Necessário se torna este socorro, quando a obsessão degenera em subjugação e em possessão, porque nesse caso o paciente não raro perde a vontade e o livre-arbítrio.”

     

    3 – Nos casos de obsessão grave, o obsidiado fica como que envolto e impregnado de um fluido pernicioso. É possível liberta-lo aplicando-lhe fluidos salutares (passe)?

     “Nem sempre, porém, basta esta ação mecânica; cumpre, sobretudo, atuar sobre o ser inteligente, ao qual é preciso se possua o direito de falar com autoridade, que, entretanto, falece a quem não tenha superioridade moral, Quanto maior esta for, tanto maior também será aquela. Mas, ainda não é tudo: para assegurar a libertação da vítima, indispensável se torna que o Espírito perverso seja levado a renunciar aos seus maus desígnios; que se faça que o arrependimento desponte nele, assim como o desejo do bem, por meio de instruções habilmente ministradas, em evocações particularmente feitas com o objetivo de dar-lhe educação moral. Pode-se então ter a grata satisfação de libertar um encarnado e de converter um Espírito imperfeito.”

     

    4 – Qual a diferença entre obsessão e possessão?

     “Na obsessão, o Espírito atua exteriormente, com a ajuda do seu perispírito, que ele identifica com o do encarnado, ficando este afinal enlaçado por uma como teia e constrangido a proceder contra a sua vontade. Na possessão, em vez de agir exteriormente, o Espírito atuante se substitui, por assim dizer, ao Espírito encarnado; toma-lhe o corpo para domicílio, sem que este, no entanto, seja abandonado pelo seu dono, pois que isso só se pode dar pela morte. A possessão, conseguintemente, é sempre temporária e intermitente, porque um Espírito desencarnado não pode tomar definitivamente o lugar de um encarnado, pela razão de que a união molecular do perispírito e do corpo só se pode operar no momento da concepção. (Cap. XI, nº 18).”

     Adaptação dialogada utilizando-se do parágrafo de mesmo título comentado por Allan Kardec no cap. XIV, itens 45-47 de A Gênese.



    Escrito por altamir.cunha às 19h05
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        COMUNICAÇÕES DE ESPÍRITOS E MATERIALIZAÇÃO

        NA BÍBLIA.

     

    O ministério  dos anjos, esse ministério divino, a que o apóstolo Paulo se referiu tantas vezes, é exercido através da mediunidade. A própria Bíblia nos relata uma infinidade de comunicações mediúnicas. Veja-se, por exemplo, as palavras do rei Samuel, em Provérbios, 31:1-9, que, segundo o texto bíblico, são "a profecia com que lhe ensinou sua mãe".

     

    Temos ali uma comunicação espírita integralmente reproduzida na Bíblia. A mãe do rei Samuel (não em forma de anjo, mas na sua própria forma humana) aparece ao Rei e lhe dita a mensagem. A Bíblia condenou essa comunicação? Não. Pelo contrário, aprovou-a e transcreveu-a. Em Números 1:23-25, temos a descrição de dois fatos mediúnicos valiosos.

     

    Primeiro, o Senhor fala a Moisés. Depois, Moisés reúne os setenta anciãos, formando uma roda, e o Senhor se manifesta materialmente, descendo numa nuvem. Temos a comunicação pessoal de Jeová a Moisés, e a seguir o fenômeno evidente de materialização de Jeová, através da mediunidade dos anciãos, reunidos para isso na tenda.

     

     A nuvem é a formação de ectoplasma na qual o espírito se corporifica.Só os que não conhecem os fenômenos espíritas podem aceitar que ali se deu um milagre, um fato sobrenatural. E podem aceitar, também, a manifestação do próprio Deus.

     

    Longe disso. Jeová era o espírito protetor de Israel, que se apresentava como Deus, porque a mentalidade dos povos do tempo era mitológica, e os espíritos eram considerados deuses.

     

    O filósofo Tales de Mileto já dizia, na Grécia, cinco séculos antes de Cristo: "O mundo é cheio de deuses". Os espíritos elevados eram considerados deuses benéficos, e os espíritos inferiores eram deuses maléficos. Daí a invenção do Diabo, como concorrente de Deus no domínio do mundo e das almas.

     

    Deuses, anjos e demônios, da Bíblia, dos Vedas, do Alcorão, de todos os livros sagrados, nada mais são do que espíritos. Como podem essas criaturas condenar o Espiritismo? Elas são a prova tradicional da verdade espírita, ao longo da História, como ensina Kardec. O que Moisés condenou foi apenas o abuso da mediunidade. Isso, o Espiritismo também condena.

     

     Fonte: Visão Espírita da Bíblia J. Herculano Pires



    Escrito por altamir.cunha às 17h20
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 01/03/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Cobertura das comemorações de aniversário do CEDAC

    Entrevista com vários representantes do movimento espírita do RN

    À MARGEM DO SEXO

     

    "Lembrai-vos daquele que julga em última instância, que vê os movimentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou reprova o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos.

    Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes anátema, tereis, quiçá, cometido faltas mais graves. Do item 16, do Cap. X, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo".

     

     

     

    Companheiros da Terra, à frente de todas as complicações e problemas do sexo, abstende-vos de censura e condenação. Todos nós - ,os Espíritos em aperfeiçoamento nos climas do Planeta - estamos emergindo de passado multimilenar, em que as tramas da alma se entreteciam em labirintos de sombra, para que as bênçãos do aprendizado se nos fixassem no espírito.

     

     

    Ainda assim, achamo-nos todos muito longe da meta por alcançar. Se alguém vos parece cair, sob enganos do sentimento, silenciai e esperai!

     

    Se alguém se vos afigura tombar em delinqüência, por desvarios do coração, esperai e silenciai!... Sobretudo, compadeçamo-nos uns dos outros, porque, por enquanto, nenhum de nós consegue conhecer-se tão exatamente, a ponto de saber hoje qual o tamanho da experiência afetiva que nos aguarda amanhã.

     

     

    Calai os vossos possíveis libelos, ante as supostas culpas alheias, porquanto nenhum de nós, por agora, é capaz de medir a parte de responsabilidade que nos compete a cada um nas irreflexões e desequilíbrios dos outros.

     

     

    Somos todos peças integrantes de uma só família, operando em dois mundos, simultaneamente - aquele das inteligências corporificadas no plano físico e aquele outro das inteligências desencarnadas que se domiciliam nas regiões da mesma Terra que habitais, disputando convosco, tanto quanto igualmente entre si, a aquisição de recursos substanciais da evolução. Não dispomos de recursos para examinar as consciências alheias e cada um de nós, ante a Sabedoria Divina, é um caso particular, em matéria de amor, reclamando compreensão.

     

     

    A vista disso, muitos de nossos erros imaginários no mundo são caminhos certos para o bem, ao passo que muitos de nossos acertos hipotéticos são trilhas para o mal de que nos desvencilharemos, um dia!... Abençoai e amai sempre. Diante de toda e qualquer desarmonia do mundo afetivo, seja com quem for e como for, colocai-vos, em pensamento, no lugar dos acusados, analisando as vossas tendências mais íntimas e, após verificardes se estais em condições de censurar alguém, escutai, no âmago da consciência, o apelo inolvidável do Cristo: "Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.

     

    Fonte: Vida e Sexo, cap. 26, F.C. Xavier/Emmanuel, FEB



    Escrito por altamir.cunha às 17h19
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 22/02/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Cobertura das comemorações de aniversário do CEDAC

    Entrevista com vários representantes do movimento espírita do RN

    Espiritualidade, educação e a sustentabilidade do planeta

    Por F. Altamir da Cunha     Natal/RN

    Enquanto o nosso planeta apresenta os sintomas de uma grave enfermidade e cientistas e ecologistas comprometidos com a vida e com a saúde do mesmo, mobilizam-se e argumentam sobre a necessidade de solução urgente, aqueles nos quais predominam a ignorância ou os interesses imediatos, contra-argumentam tachando-os de fanáticos.

    Apesar da contestação de alguns, em novembro de 2007 foi apresentado um relatório com base em pesquisas de 2500 cientistas de várias partes do mundo, que afirmava que o aquecimento global é uma realidade e concluía: a ação indisciplinada e egoísta do homem sobre a natureza, é a principal causa do desequilíbrio ecológico que ameaça o planeta.

    Inegavelmente, após a revolução industrial, aconteceu um vertiginoso desenvolvimento tecnológico, econômico, social, com profundas alterações em várias áreas da ação humana e no meio ambiente. O desenvolvimento faz parte das conquistas humanas; no entanto, não se deve esquecer, que todo desenvolvimento requer monitoramento permanente, objetivando a sua sustentabilidade. Porém jamais se conseguirá sustentabilidade sem a preservação dos recursos e serviços ecossistêmicos, visando o bem-estar humano (qualidade de vida, justiça social etc). Não se deve alimentar a ilusão, no entanto, que esse deve ser apenas compromisso de governos; todos somos responsáveis, ninguém pode se omitir.

    Numa observação sensata a respeito da condição atual do planeta, conclui-se, que o mais importante fator de risco para a sua destruição, cujos efeitos já se faz sentir, é o aquecimento global. Este fenômeno, dizem os estudiosos do assunto, é resultado do desmatamento exagerado e do acúmulo de dióxido de carbono e outros gases lançados na atmosfera.

    Os prognósticos emitidos pelos especialistas é motivo de muita preocupação, exigindo inadiáveis providências. A reação em cadeia causada pela elevação da temperatura já é comprovada em algumas partes do planeta: Escassez de água, afetando a produção agrícola; em algumas regiões acontecem secas prolongadas, enquanto em outras, acontecem enchentes, tempestades e furacões. Desertificação, fome e doenças poderão dizimar muitas vidas.

    Ante esses tristes prognósticos, o que se pode fazer, para que se controle esse fenômeno ameaçador, e o planeta mantenha as condições de habitabilidade? A primeira providência é a conscientização de governantes, empresários e a população em geral, a respeito do grave problema e da urgente necessidade de solução. Campanhas permanentes priorizando temas como: cultura sustentável e a consciência ecológica, os valores humanos e o consumo sustentável, ação de governo e o compromisso com o eco-desenvolvimento, desenvolvimento urbano e respeito ao meio ambiente; a comunicação a serviço da consciência ecológica, são indispensáveis.

    No entanto, deve-se compreender, que a tomada de consciência por si só, não será suficiente, quando não se decide agir efetivamente para resolver o problema. Sabemos que não o podemos desvincular a busca de solução do comportamento humano, já que o foi o homem o autor do impacto destrutivo sobre o planeta. Portanto não há como se pensar em sustentabilidade desconsiderando a relação, comunidade e meio-ambiente. Como conseqüência desta relação vem a segunda e não menos importante providência: o processo educativo. A educação gera a ética, e a ética o respeito – respeito a si próprio, ao próximo e ao meio ambiente.

    No padrão de desenvolvimento alcançado pelo nosso planeta, nota-se um imenso desequilíbrio, entre o progresso intelectual e o moral. Como conseqüência o egoísmo ainda predomina; e com o egoísmo, a indisciplina e o desrespeito. Nessas condições, não se estabelece um limite entre o uso necessário e o uso abusivo, nem tampouco preocupa-se em controlar os recursos utilizados e seus efeitos destruidores no meio ambiente. Prevalece sempre, os interesses econômicos e os resultados imediatos. O homem precisa educar-se para conviver com as perdas e os ganhos, que naturalmente a vida oferece como experiências importantes para o desenvolvimento espiritual. Não devia atormentar-se com as perdas, nem tampouco se deixar possuir pela ganância. A avidez por lucro, o torna insensível e egoísta, desconsiderando os males que poderá causar com a realização dos seus interesses.

    O Protocolo de Kyoto, negociado em Kyoto no Japão em 1997, fixa metas para a redução da emissão de gases poluentes para os países industrializados, os maiores poluidores. Porém o maior poluidor do planeta, os Estados Unidos, não assinaram. A resposta para tal negativa, ninguém tem dúvida – interesses econômicos. Essa atitude é prova incontestável da predominância do egoísmo. Talvez imaginem que, quando os efeitos se fizerem insuportáveis, décadas depois, eles já não estarão mais no planeta; as gerações vindouras é que sofrerão as conseqüências. Tivessem o mínimo de espiritualidade, interpretariam muito bem os ensinamentos de Jesus: “A cada um segundo as suas obras” e “Daqui não saireis enquanto não pagardes o último ceitil”. Certamente não sabem que eles mesmos comporão as gerações vindouras, para colheita dos frutos amargos da semeadura de hoje.

    Nessa linha de raciocínio compreendemos que a solução para o aquecimento global – crise planetária mais preocupante da atualidade e que tem como principal causa a ação humana – não pode ser desvinculada da educação, da ética e da espiritualidade.

    Fonte: Jornal O Clarim, Casa editora O Clarim

     



    Escrito por altamir.cunha às 17h23
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 08/02/2009

    Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevistado(a): Jacob Melo      Tema:Depressão, magnetismo e passe

    Estudando o Espiritismo - Everaldo comentando sobre O Livro dos Espíritos

                                                                                             

                        Comportamento ante a morte

    F. Altamir da Cunha     Natal/RN

     

     

    Como conviver com o vazio imenso gerado pela perda de um ente querido?

    Como aceitar uma separação sem fim de alguém que muito amamos?

     

     

    São estas as perguntas que povoam constantemente as mentes dos que se viram surpreendidos pelo fenômeno da morte, ceifando amigos e parentes. São criaturas que até então, mantinham a chama da esperança em uma permanência mais longa, da pessoa amada em sua companhia. Todavia, inopinadamente amargaram a sua partida.

     

    Inegavelmente, é uma dor imensa; e difícil torna-se a tentativa de mascarar o sofrimento e conter as lágrimas.

     

    No entanto, não se pode olvidar que, maior se torna o sofrimento, quanto maior seja o desconhecimento a respeito do fenômeno.

    Ainda predomina na grande maioria dos habitantes do planeta, a ignorância a respeito de si mesmo, da sua dupla constituição – espírito e matéria. Nesta condição é comum direcionar-se toda a atenção para a vida material, esquecendo-se que ela é transitória, e ingenuamente desconsidera-se a vida espiritual e sua perpetuidade.

     

     

    Transparece sempre este equívoco entre os humanos, fruto do desconhecimento com respeito a inter-relação vida, morte e espiritualidade. É comum se fazer referência à morte de um ente querido, como perda ou separação sem fim.

     

    Na verdade a morte não representa perda nem separação sem fim, mas sim, o retorno ao mundo de origem. Lá se dará o reencontro com os que nos antecederam e com os que mais cedo ou mais tarde também para lá retornarão.

     

     

    Quanto ao rótulo de perda, é destituído de sentido, pois que, até mesmo as criaturas que são colocadas sob a nossa guarda, as quais chamamos de filhos, não nos pertencem, pertencem a Deus. Deus a qualquer momento poderá chamá-los de volta; e nós embora sentindo a dor da saudade, devemos ser gratos pelo tempo que os tivemos ao nosso lado.

     

    Portanto, da mesma forma que não sofremos perda quando devolvemos um objeto valioso que alguém nos emprestou, não devemos imaginar que sofremos perda com a morte de um ente querido; pois, apenas o estamos devolvendo a Deus.



    Escrito por altamir.cunha às 13h06
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    Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 08/02/2009

               Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6  08:00h às 09:00h

    Entrevistado(a): A ser informado(a)

    Estudando o Espiritismo com Altamir da Cunha - Tema: A ser informado

     
                            AS GERAÇÕES FUTURAS
     
    As gerações futuras não serão diferentes da presente, com todos os seus defeitos e prejuízos de ordem moral, se não tratarmos da educação da infância e da juventude; dessa juventude que será a sociedade de amanha.
    Jesus disse que não se põe remendo de pano novo em roupa velha, por isso que a rasgadura se tornará maior. E, igualmente, não se põe vinho novo em odres velhos, porque estes não resistem a sua fermentação, e se rompem.
    É claro que o Excelso Mestre se refere, nesta alegoria, a natureza do ideal que propagava, do qual era a viva encarnação. Esse ideal novo, reformador, quase revolucionário, revestido pela Terceira Revelação, deve ser anunciado, de preferência a juventude, as crianças, porquanto estes elementos representam a terra virgem, aberta a boa sementeira. Semear no meio de abrolhos e semear em terreno isento de ervas daninhas hão de dar resultados bem diversos.
     
    As messes, de uma e de outra, dessas culturas, serão, por certo, distintas, dizendo por si mesmas qual delas é a mais vantajosa.
    E, meus amigos, até agora, não temos feito outra coisa senão semear no meio de cardos, remendar roupa velha com pano novo e deitar o vinho espumante da vindima espírita em odres carunchentos, incapazes de suportarem a sua fermentação.
    Educar é salvar, é remir, é libertar; é desenvolver os poderes ocultos, mergulhados nas profundezas das nossas almas.
    A diferença entre um sábio e um ignorante; entre bom e o mau; o santo e o criminoso; o justo e o ímpio - nada mais é que o efeito da educação. Entre aquelas que edificam e aqueles que destroem; entre os que tiram a vida do seu próximo levando por toda parte a desolação e a ruína e aqueles que dão a vida própria a prol do bem da coletividade, verifica-se, apenas, uma dessemelhança; educação - na sua acepção verdadeira, que significa o harmônico desenvolvimento das faculdades espirituais.
     
    Os homens são todos iguais. A diferença entre eles não é de essência, mas de grau evolutivo determinado pela educação.
    Conta-se que Licurgo, celebre orador ateniense, fora, certa ocasião, convidado para falar sobre a Educação. Aceitou o convite, sob a condição de lhe concederem três meses de prazo. Findo esse tempo, apresentou-se perante numerosa e seleta assembléia, que aguardava, ávida de curiosidade, a palavra do consagrado tribuno.
    Licurgo apareceu, então, trazendo consigo dois cães e duas lebres.
    Soltou o primeiro mastim e uma das lebres.
    A cena foi chocante e bárbara. O cão avança furioso sobre a lebre e a despedaça. Soltou, em seguida, o segundo cachorro e a outra lebre. Ambos os animais corriam de um para outro lado, encontrando-se aqui e acolá para se afagarem mutuamente.
    Ergue-se, então, Licurgo na tribuna e conclui, dirigindo-se ao seleto auditório:
    “Eis ai o que é a educação. O primeiro cão é da mesma raça e idade que o segundo. Foi tratado e alimentado em idênticas condições. A diferença entre eles, e que um foi educado, e o outro não."
    O objetivo máximo do Espiritismo é precisamente esse: educar para salvar. Ilurninar o interior dos homens para libertar a Humanidade de todas as formas de selvajaria; de todas as modalidades de crueza e de impiedade; e de todas as atitudes e gestos de rivalidade feroz e deselegância moral. Esta conquista diz respeito ao sentimento, ao senso religioso, que os homens do século perderam, ou melhor, que jamais chegaram a possuir.
    Fonte : O Mestre na Educação - Vinicius- cap. 33, FEB



    Escrito por altamir.cunha às 19h13
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