
Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 24/01/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:30h às 09:30h Abaixo informamos o resultado do I Prêmio Observatório Espírita. Fonte: www.lampadarioespírita.com
Escrito por altamir.cunha às 13h17
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 17/01/2010 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:30h às 09:30h sUICÍDIO - ATENUANTES E AGRAVANTES F. Altamir da Cunha Natal/RN
A lei de causa e efeito é uma lei universal; a ela estão submetidas todas as ações. Esta é uma verdade inquestionável. No entanto, não se pode olvidar que com respeito às ações humanas, o seu cumprimento estará sempre associado a atenuantes e agravantes de acordo com as circunstâncias em que foram realizadas. Isto porque, antecedendo a qualquer ação, existe sempre um processo, que caracteriza a intencionalidade ou objetivo da ação. O desconhecimento do referido mecanismo conduz a maioria das pessoas a uma opinião padrão no que diz respeito ao suicídio. É comum uma avaliação apenas superficial, sem conhecimento de causa, comparando com outros casos supostos como semelhantes, cujas implicações para as vítimas foram relatadas por espíritos orientadores, e forma-se uma opinião generalizada sobre o assunto: Todo suicida irá para uma região no plano espiritual, conhecida por Vale dos Suicidas! Todo suicida sofrerá intensamente, por tempo igual ao que deveria ainda permanecer no corpo físico! É importante esclarecermos, que se podemos considerar dois suicídios idênticos, no que diz respeito ao gênero de morte das vítimas, não podemos dizer o mesmo com relação às circunstâncias que os favoreceram, e aos objetivos a que se propunham. Alguns se matam por pura covardia diante das aflições; outros por se encontrarem totalmente dominados por obsessores cruéis ou sob o efeito de drogas; já outros, o realiza por altruísmo imaginando o suicídio como única providência para beneficiar a alguém da família, ou uma coletividade. Para esclarecermos sobre o assunto, nada melhor que conhecermos as opiniões abalizadas dos mentores espirituais e do Codificador – Allan Kardec, em algumas obras espíritas: 1- O Céu e o Inferno – Allan Kardec O PAI E O CONSCRITO “No começo da guerra da Itália, em 1859, um negociante de Paris, pai de família, gozando de estima geral por parte dos seus vizinhos, tinha um filho que fora sorteado para o serviço militar. Impossibilitado de o eximir de tal serviço, ocorreu-lhe a idéia de suicidar-se a fim de o isentar do mesmo, como filho único de mulher viúva. Um ano mais tarde, foi evocado na Sociedade de Paris a pedido de pessoa que o conhecera, desejosa de certificar-se da sua sorte no mundo espiritual.” Podereis ministrar-nos a vossa apreciação sobre esse suicídio? -“Este Espírito sofre justamente, pois lhe faltou a confiança em Deus, falta que é sempre punível. A punição seria maior e mais duradoura, se não houvera como atenuante o motivo louvável de evitar que o filho se expusesse à morte na guerra. Deus, que é justo e vê o fundo dos corações, não o pune senão de acordo com suas obras.” (Espírito São Luis) – “À primeira vista, como ato de abnegação, este suicídio poder-se-ia considerar desculpável. Efetivamente assim é, mas não de modo absoluto. A esse homem faltou a confiança em Deus, como disse o Espírito S. Luís. A sua ação talvez impediu a realização dos destinos do filho; ao demais, ele não tinha a certeza de que aquele sucumbiria na guerra e a carreira militar talvez lhe fornecesse ocasião de adiantar-se. A intenção era boa, e isso lhe atenua o mal provocado e merece indulgência; mas o mal é sempre o mal, e se o não fora, poder-se-ia, escudado no raciocínio, desculpar todos os crimes e até matar a pretexto de prestar serviços.” (Allan Kardec)
Escrito por altamir.cunha às 12h41
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 12/09/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h
Nesta oportunidade apresentamos a resposta para muitas dúvidas a respeito do processo de mudança no perispírito, quandoo espírito atinge a condição de ingresso no reino hominal. Emboraseja apresentado de forma específica para a linguagem, a intervenção dos espíritos especializados no assunto e o lugar especial no plano espiritual são indispensáveis.Esta é a explicação para o elo perdido, que a ciência material não conseguiu descobrir. Palavra e responsabilidade LINGUAGEM ANIMAL — Aperfeiçoando as engrenagens do cérebro, o princípio inteligente sentiu a necessidade de comunicação com os semelhantes e, para isso, a linguagem surgiu entre os animais, sob o patrocínio dos Gênios VenerAveis que nos presidem a existência. De início, o fonema e a mímica foram os processos indispensáveis ao intercâmbio de impressões ou para o serviço de defesa, como, por exemplo, o silvo de vários répteis, o coaxar dos batráquios, as manifestações sonoras das aves e o mimetismo de alguns insetos e vertebrados, a se modificarem subitamente de cor, preservando-se contra o perigo. Contudo, à medida que se lhe acentuava a evolução, a consciência fragmentária investia-se na posse de mais amplos recursos. O lobo grita pelos companheiros na sombra noturna, o gato encolerizado mostra fúria característica, miando raivosamente, o cavalo relincha de maneira particular, expressando alegria ou contrariedade, a galinha emite inteijeições adequadas para anunciar a postura, acomodar a prole, alimentar os pintinhos ou rogar socorro quando assustada, e o cão é quase humano, em seus gestos de contentamento e em seus ganidos de dor. INTERVENÇÕES ESPIRiTUAIS — É assim que, atingindo os alicerces da Humanidade, o corpo espiritual do homem infraprimitivo demora-se longo tempo em regiões espaciais próprias, sob a assistência dos Instrutores do Espírito, recebendo intervenções sutis nos petrechos da fonação para que a palavra articulada pudesse assinalar novo ciclo de progresso. O laringe, situado acima da traquéia e adiante da faringe, consubstanciado num esqueleto cartilaginoso, urdido em fibras e ligamentos, com uma seleta de pequenos músculos, sofre, nas mãos sábias dos Condutores Espirituais, à maneira de um órgão precioso entre os dedos de cirurgiões exímios no serviço de plástica, delicadas operações no curso dos séculos, para que os músculos mencionados se façam simétricos e para que se vinculem, tão destros quanto possível, à produção fisiológica da voz. Em sua contextura interna aglutina-se uma mucosa ciliada que se destina ao trabalho de lançamento do som e que verte pelos estreitamentos, transformando-se em pavimentosa-estratificada na borda livre das cordas vocais verdadeiras. Fora da ação das cordas vocais, o laringe revela no pescoço movimentos de ascensão e descensão, elevando-se na expiração e na deglutição e baixando na inspiração, na sucção e no bocejar, salientando-se no corpo qual perfeito instrumento de efeitos musicais. MECANISMO DA PALAVRA — Com o extremo carinho de vagarosa confecção, os Técnicos da Espiritualidade Superior compõem a cartilagem situada em plano inferior, a cricóide, que representa um anel modificado da traquéia, sustentando uma placa na parte posterior, sobre a qual, no bordo superior e de ambos os lados da linha média, se apóiam as duas aritenóides, que se permitem, assim, a conjunção ou o afastamento entre si. Cada uma possui na base uma apófise: a interna, vocal, em que está inserida a parte posterior da corda vocal verdadeira do mesmo lado, e a outra, que é externa, muscular. Com a mesma habilidade, os Técnicos tecem a cartilagem localizada na região anterior ou cartilagem tireóide, a destacar-se sob a pele no chamado Pomo-de-Adão, em suas lâminas verticais que se conjugam na linha mediana, traçando um ângulo diedro que se volta para a retaguarda e onde se fixam as cordas vocais verdadeiras, cartilagem essa que, por baixo, se une com o anel da cricóide, e, por cima, com o osso hióide, através de membranas e ligamentos, o qual fornece apoio para a implantação do laringe. Acima das cordas vocais verdadeiras, surgem as cordas vocais falsas a limitarem com a parede os ventrículos laterais de Morgagni. Todos os músculos que garantem o movimento das cordas são pares, exceto o ari-aritenóideo, assegurando as funções da glote vocal e formando, com avançado primor de previsão e eficiência, a abóbada de precioso condicionamento, onde a pressão do ar pode fazer-se com segurança para separar as cordas vocais em serviço.
Do Livro: Evolução em Dois Mundos (André Luiz/F. C. Xavier) - FEB, Cap 10
Escrito por altamir.cunha às 18h26
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 12/09/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 15:00h às 16:00h
As Aparências Enganam F. Altamir da Cunha Natal/RN Ontem, a noite invernosa e o ribombar do trovão Despertou em ti irracional pavor. Teu coração em descompasso quase não se continha no peito, E teu corpo sobre o leito se entregava a um incomum langor. Estranho sentimento, misto de medo e solidão, De ti se apoderou, e tudo te fez crer que já era a morte. Acusaste Deus de tão cruel abandono, perguntando inconformado: Como pode, eu tão jovem merecer tal sorte? A mente em torvelinho te apresentou cenas variadas. E então, angustiado lamentavas o tempo perdido. Senhor, concedei-me a bênção de não morrer agora! Bradavas como réu arrependido. Escravo desse drama de consciência, não percebeste Que a chuva cessara e a noite cedera lugar ao um radioso dia. Foi então, que os pássaros em bela orquestração Despertaram-te, libertando-te dessa agonia. A bênção de um novo dia insuflaram-te novo ânimo. A tragédia prevista não aconteceu; voltaste a sorrir, Compreendeste que as aparências enganam, E a falta de fé faz o medo surgir. ***** A vida em verdade apresenta desafios, e dela sem dúvida, muitas lições promanam. Ainda que uma tragédia pareça iminente, nada nos dá a certeza de que venha a acontecer. Não compliquemos nossa vida com medo de algo que talvez nem aconteça. As nuvens borrascosas que prenunciam tempestade, fogem sob a ação do vento que nos presenteia com um dia de radioso sol.
Escrito por altamir.cunha às 12h09
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 9/08/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:15h às 09:15h Cobertura total do ENTRENAT-Encontro de Trabalhadores Espíritas de Natal Entrevistados: Éden Lemos, Sandra Borba, Ary Quadros, Eliseu Mota, Carmen Silveira A sobrevivência da alma e a miopia do materialismo. F. Altamir da Cunha Natal/RN As contestações, jamais invalidarão uma verdade. Desejar que um fenômeno real, seja interpretado como alucinação, é a mesma coisa de manter os olhos fechados, para negar que a luz do sol ilumina a terra. A sobrevivência do espírito após o fenômeno biológico da morte, é uma das verdades, que ainda encontra resistência em ser aceita, pelos materialistas de plantão. Não importam as evidências apresentadas naturalmente, através de inúmeros fenômenos, em todos os tempos e em toda parte; os contestadores classificam-nos como provas insuficientes, exigindo sempre mais.
Sem dúvida, sempre existiram e existirão, fenômenos provocados pela excitação da mente, que podem confundir algumas pessoas; no entanto, não se deve por isso invalidar aqueles que se realizam, e que estudados por pesquisadores honestos e competentes, apresentam elementos comprobatórios de tal forma, que não podem ser negados.
Ernesto Bozzano, na sua maravilhosa obra: Fenômenos Psíquicos no Momento da Morte (3ª edição, FEB), apresenta, mais de cem casos relacionados com aparições de espíritos desencarnados, a pessoas que se encontravam moribundas, e também a outras que se encontravam saudáveis. Mais interessante se tornaram algumas dessas aparições, pelo fato do espírito prognosticar a morte da pessoa visitada. Para ilustrarmos, apresentaremos dois casos colhidos da referida obra:
1- “Lloyd Ellis apresentava já sintomas da moléstia do peito, por ocasião da morte de seu pai, não, porém, ao ponto de fazer prever um desfecho fatal próximo. Entretanto, sua saúde começou a declinar rapidamente para o fim do ano e, no mês de janeiro d 1870, já estava reduzido à última extremidade. Uma noite, depois de haver deitado durante algum tempo, em estado aparente de meia sonolência ( era uma segunda-feira ao que me recordo), acordou e perguntou repentinamente à sua mãe:
- Onde foi papai? Ela lhe respondeu chorando: - Meu filho, tu bem sabes que ele não vive mais, que está morto a mais de um ano. - É verdade... – murmurou o filho – no entanto ele estava aqui há pouco, veio marcar um encontro comigo para as 3 horas, quarta-feira próxima. Às 3 horas da manhã, na quarta-feira seguinte, o pobre Llyod Ellis dava o último suspiro.”
2- “Há cerca de 60 anos, a Srª. Carleton morreu no condado de Leitrin. Ela e minha mãe eram amigas íntimas. Alguns dias depois de sua morte, apareceu em sonhos a minha mãe e lhe disse:
- Não me verás mais, nem mesmo em sonho, exceto uma vez ainda e esta será justamente 24 horas antes de tua morte. Em março de 1864 minha mãe vivia em Dalky com minha filha e meu genro, o Dr. Lyon.
Na noite de 2 de março, no momento de retirar-se para seu quarto, estava ela de muito bom humor; ria e gracejava com Mme. Lyon. Essa noite, ou antes, pela manhã, o Dr. Lyon ouviu ruído no quarto de minha mãe; acordou a esposa e mandou-a ver o que se passava.
Esta encontrou minha mãe, meio fora do leito, apresentando na fisionomia uma expressão de horror.
Fizeram-na deitar-se, reconfortaram-na. Pela manhã ela parecia inteiramente sossegada. Almoçou, como de costume, em sua cama, mas com bom apetite.
Quando minha filha a deixou, ela pediu que lhe preparassem um banho e tomou-o. Em seguida mandou chamar minha filha e lhe disse:
- Mme. Carleton veio, enfim, depois de 56 anos. Declarou-me que a morte me estava próxima e que eu morreria amanhã de manhã, à hora em que esta madrugada me encontraste meio fora da cama. Tomei um banho para que não tenham que lavar meu corpo.
A partir desse instante começou a definhar e expirou a 4 de março, à hora previamente anunciada.”
Os fenômenos de aparição no leito de morte, por si só, podem favorecer aos contestadores, interpretá-los como se fossem resultados da excitação da mente, ante um fenômeno que embora natural, causa medo e repulsa na maioria das pessoas. No entanto, os dois casos em estudo, apresentaram algo mais, a precisão da informação (prognóstico) sobre a morte da pessoa visitada. Esta peculiaridade invalida a hipótese de alucinação, por apresentar elementos de alto valor comprobatório, a respeito da sobrevivência do espírito após a morte.
A insistência em negar tal realidade, é fruto da miopia que o materialismo causa e a comprovação de que “O pior cego, é o que não quer abrir os olhos para ver.” Fonte: Revista Internacional de Espiritismo - RIE
Escrito por altamir.cunha às 16h22
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]

Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 19/07/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:15h às 09:15h Entrevista com Palestrante Espírita Tadeu Sabóia Tema: O Céu e o Inferno à Luz da Doutrina Espírita Estudando o Espiritismo com Everaldo Viana
Esquizofrenia Aproveitando o momento em que o assunto está em evidência, sendo explorado em novela de grande audiência, conheçamos o que a Espiritualidade diz a respeito: "O esquizofrênico, segundo a escola bleuleriana, não tem destruída a afetividade, nem os sentimentos, conforme se pensava antes. O que acontece é que eles sofrem dificuldade para serem exteriorizados, em razão dos conflitos conscienciais profundos que são resíduos das culpas passadas." "Como o Espírito se sente devedor, não se esforça pela recuperação, ou teme-a, para não enfrentar os desafetos, o que lhe parece uma maneira pior de sofrer do que aquela em que se encontra. “Nesses casos -- acentuou Dr. Bezerra -- pode-se dizer, como afirmava o ilustre mestre suíço, que a esquizofrenia se encontra no paciente, de forma latente, pois que, acentuamos, é-lhe imposta desde antes da concepção fetal.” "Essa é a razão que explica as sintomatologias neuróticas, que produzem alterações da personalidade que se vai degenerando em função dos mecanismos de culpa impressos no inconsciente. Assim, não é raro que o paciente fuja para o autismo... “Rigidez, desagregação do pensamento, idéias delirantes, incoerência são -- afirmou Dr. Bezerra -- algumas alterações do comportamento esquizofrênico, originadas nos recessos do Espírito que, mediante a aparelhagem fragmentada, se expressa em descontrole, avançando para a demência, passando antes pela fase das alucinações, quando reencontra os seus perseguidores espirituais que ora vêm ao desforço.” “Sejam, portanto, quais forem os fatores que propiciam a instalação da esquizofrenia, no homem, o que desejamos é demonstrar que o Espírito culpado é o responsável pela alienação que padece no corpo, sendo as suas causas atuais conseqüências diretas ou não do passado.” "No caso de Carlos já se verificara alteração neurológica, por ação do perispírito no sistema extrapiramidal, o que afetou alguns reflexos tendinosos, como se via na rigidez da pupila. Além disso, ocorreram distúrbios neurovegetativos e metabólicos, como conseqüência do estado geral que ele padecia." “Como veremos mais tarde -- esclareceu o mentor --, a ação perturbadora do nosso pupilo foi muito grave, em razão do uso desordenado do sexo, tombando em degenerescência glandular, que lhe afetou os testículos, facultando o surgimento de uma fibrose perniciosa, bem como de uma atrofia dos tubos seminíferos daqueles órgãos, em face de uma deficiente produção do hormônio gonadotrópico do lobo anterior da hipófise." "Vemos aí a mente espiritual - consciência de culpa - interferindo na constituição orgânica e dando curso às etiopatogenias detectadas pelos cientistas nas suas nobres investigações. A ação obsessiva, por parte dos cobradores desencarnados, contribui para o baixo consumo de oxigênio, a anemia secundária e outros distúrbios que são registrados nos pacientes esquizóides e que, em Carlos, são habituais, porque a ingestão dos fluidos perniciosos intoxicam-no, levando os órgãos a funcionamento alterado, inclusive à lentidão do fluxo sangüíneo com ingerência fluídica no sistema enzimático do organismo...” (Loucura e Obsessão, cap. 4, pp. 50 e 51.)
Escrito por altamir.cunha às 20h02
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]

A Vida Retribui A vida é como jogar uma bola na parede. Se for uma bola verde, ela voltará verde; Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul; Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca, Se a bola for jogada com força, ela voltará com força: Por isso, nunca “jogue uma bola na vida,” de forma que não esteja pronto para recebê-la . "A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda... tudo quanto ela faz é Retribuir e transferir... ...aquilo que nós lhe oferecemos" Quando eu falo em espiritualidade, não estou me referindo a nenhuma igreja, a nenhuma religião particular, embora respeite todas. Refiro-me à espiritualidade como fazia Einstein ...apontando para uma vivência cósmica... ...ou ainda Fritjof Capra, que denominou seu último livro de... “Pertencendo ao Universo” Espiritualidade é uma consciência não-dual, uma consciência de participação da parte no Todo... ...que na essência é o amor... ...e que na prática é a solidariedade. Uma pessoa que despertou para essa dimensão espiritual... ...é uma pessoa que não se vê separada do OUTRO, da Comunidade... e do Universo. “De que serve o mundo inteiro se você perdeu a sua alma”? ...se você se perdeu de si mesmo? ...Se você esqueceu do Ser que lhe faz ser? Felizmente, crise é também oportunidade de crescer e evoluir “A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda... Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir... Tudo aquilo que nós lhe oferecemos.” (Albert Einstein) Texto anônimo enviado por Paulo eduardo Martins Adaptação para word de um formatação de Tea Lótus - tealotus3@yahoo.com.br
Escrito por altamir.cunha às 10h14
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 14/06/09 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:15h às 09:15h Entrevista com Palestrante Espírita Manoel Lopes Tema: As Ações do Armazem da Caridade A Coordenadora da CRENATAL, Francisca Alves Disserta sobre Movimento Espírita Estudando o Espiritismo com Everaldo Viana
Reflexão É difícil entender porque algumas pessoas insistem em guardar mágoas e ressentimentos como se fossem jóias raras, de valor inestimável. Escudam-se normalmente em frases como: “Eu tenho vergonha, se me ofendeu não tenho como encarar o ofensor”, ou “sou bom até que alguém pise no meu calo”. Com esse estilo de vida, são muitos que armazenam lixos mentais e se contaminam com as mais variadas doenças do espírito refletidas também no corpo físico. Por isso oferecemos para reflexão o texto abaixo: “Se é verdade que a cada dia basta sua carga, por que então teimamos em carregar para o dia seguinte nossas mágoas e dores? Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora... Nos apegamos ao sofrimento, ao ressentimento, Como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora. Vivemos com o lixo da existência, quando tudo seria mais claro e límpido com o coração renovado. As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos, do que fizemos e do que devemos evitar. Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as nossas vivências e nos deixar como novos. Ainda bem... Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos. Não podemos nos esquecer de nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas. Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossas vidas, muitas vezes sem saber. O que não podemos é carregar dia-a-dia, com teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota e o ressentimento. Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir durante toda uma vida. As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência. Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer: Eu não preciso mais disso, isso aqui não me traz nenhum benefício E quando só ficarem as lembranças das alegrias, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor, mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros. Seremos mais leves, mais fáceis de ser carregados, mesmo por aqueles que já nos amam. Não é a expressão do rosto que mostra o que vai no coração? De coração aberto e limpo nos tornamos mais bonitos e atraentes e as coisas boas começam a acontecer. Luz atrai, beleza atrai. Tente a experiência!!! Sua vida é única e você é único, Sua vida merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja plena e feliz”. Texto: Letícia Thompson Enviado por Wallace Holanda – Mossoró/RN
Escrito por altamir.cunha às 09h09
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 14/06/09 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:00h às 09:00h Entrevista com Palestrante Espírita Jalison Rego Tema: Mediunidade nos Animais A Coordenadora da CRENATAL, Francisca Alves Disserta sobre Movimento Espírita Estudando o Espiritiismo com Altamir da Cunha Esclarecendo sobre a obsessão F. Altamir da Cunha Natal/RN 1- Existe algum sintoma que nos faça concluir que estamos obsidiados? - Quando nos habituamos ao exercício do auto-conhecimento, dispomos de condições para concluirmos a respeito de alguma alteração negativa do nosso comportamento diuturno, alertando-nos sobre uma possível influência espiritual (obsessão). Mas é preciso que adquiramos uma certa prática, pois muitas vezes os sintomas de uma obsessão simples (arrepios, dores de cabeça, mudança de humor, etc.) também poderão ser reflexos de distúrbios naturais que sentimos, sem necessariamente estarem associados à obsessão. 2- Como podemos interpretar a culpabilidade de alguém que está obsidiado e pratica delito? - Esse caso requer um comentário a mais. O fato de alguém ter praticado um delito sob o domínio de um espírito (num estágio de subjugação) atenua o seu débito, por não ser ele portador de total liberdade nessa circunstância; porém não o isenta totalmente de culpa, pois toda obsessão se instala com uma certa permissividade, por parte da obsidiado. É normalmente fruto de sua invigilância, contrariando o ensinamento de Jesus: “Vigiai e orai para não cairdes em tentação”. 3- Como eu posso diferenciar os meus pensamentos dos pensamentos de um espírito, que esteja me obsidiando? - Mais uma vez fazemos referência à sabedoria do Mestre Jesus, convidando-nos à vigilância e à oração. Toda pessoa no seu senso normal está familiarizada com os seus pensamentos e desejos mais comuns. Mantendo-se vigilante, ele saberá identificar quando esses pensamentos e desejos estão sendo alterados ou substituídos por outros de ordem inferior; gerando prejuízos para si e (ou) para os outros. Assim identificados, poderemos concluir sobre uma provável obsessão. 4- Com relação aos reflexos das obsessões sobre a nossa saúde, como decidir entre procurar um médico ou uma casa espírita? - Nós principalmente, que atendemos na Casa Espírita, através do diálogo fraterno, nos deparamos constantemente com casos que apresentam dúbio aspecto; ou seja, apresentam sintomas que identificam tanto problemas que requerem tratamento médico, quanto espiritual. Essa dubiedade deve-se ao fato de sermos espíritos encarnados; naturalmente acontece uma mútua influência: o corpo influenciando o espírito e vice-versa. Sabemos que existem doenças físicas que geram obsessões e obsessões que geram doenças físicas. Daí a necessidade de orientarmos para que sejam feitos os dois tratamentos (espiritual e médico). 5- A obsessão apenas existe por ação de um desencarnado sobre um encarnado? - Não. Com relação a atividade e passividade em uma obsessão, assim podemos apresentar: - Desencarnado sobre encarnado Esta é a obsessão mais conhecida, e resulta normalmente da ação persistente e maldosa de espíritos desencarnados. Mas também pode acontecer quando espíritos em desequilíbrio, mas não necessariamente maus, são atraídos para os encarnados por força de laços afetivos (caso de familiares) ou afinidades vibratórias, ou a procura de ajuda. - Encarnado sobre desencarnado
As causas mais comuns (não únicas) são: a inconformação do encarnado, lamentando e desejando a permanência do ente querido, ou no caso de desafetos, emissão de pensamentos negativos por parte do encarnado. Estas atitudes geram fortes laços magnéticos, que o atrai o desencarnado, dificultando o seu retorno e fazendo-o sofrer. - Desencarnado sobre desencarnado Embora provoque surpresa nas pessoas desinformadas com relação à vida após a morte, é oportuno esclarecer, que a morte não elimina o ódio. Muitos espíritos que retornam à espiritualidade, dominados por esse sentimento, não conseguem de imediato apagar de seus corações o desejo incontrolável de vingança. Nesta condição, não apenas obsidia o inimigo enquanto se encontra no corpo físico, como aguarda a sua desencarnação para continuar o plano de vingança. - Encarnado sobre encarnado Não podemos esquecer que nós influenciamos e somos influenciados constantemente, quer seja por pensamento ou por ação mais ostensiva. Essa influência pode ser positiva ou negativa de acordo com seus reflexos no receptor. De forma que, se a influência causa sofrimento ou cerceia a liberdade do outro, está assim, caracterizada a obsessão. Portanto, podemos afirmar que o déspota, o ciumento possessivo, o patrão que escraviza, o subalterno preguiçoso e rebelde, pais dominadores que furtam a liberdade e criam dependências nos filhos, são exemplos de obsessores encarnados escravizando e fazendo sofrer outros encarnados.
Escrito por altamir.cunha às 11h00
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
 Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 01/06/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:00h às 09:00h Cobertura da comemoração dos 25 anos de fundação do N.E. Nosso Lar Entrevista com o escritor e Conferencista Espírita Liszt Rangel Estudando o Espiritiismo com o Palestrante Espírita Everaldo UM MINUTO APENAS Lúcia era uma mulher feliz, como poucas, acreditava. Casada com o homem por quem se apaixonara nos verdes anos da adolescência, vivia o sonho da mulher realizada. Um filho lhe viera coroar a felicidade. Que mais ela poderia desejar? Acordava pela manhã e saudava o dia cantarolando. Com alegria realizava as tarefas do lar, cuidava do filho, aguardava o marido. Tudo ía muito bem até o dia em que descobriu que o homem que tanto amava, a traía. E não era de agora. O problema vinha tomando corpo ha algum tempo. Magoada, se dirigiu ao marido e exigiu-lhe respeito. A resposta foi brutal, violenta. O homem encantador tornou-se raivoso, briguento. Chegou a bater-lhe. Foi nesse dia que Lúcia teve a certeza de que seu casamento acabara. Não poderia continuar vivendo com alguém que chegara à agressão física. Então, acordou na manhã de tristeza, depois de uma noite de angústia, e tomou uma séria decisão. Iria se matar. Acabar com a própria vida. Mais do que isto, ela desejava vingança. Por isso, tomou o filho de quatro anos pela mão e decidiu que o mataria. Queria que o marido ficasse com drama de consciência. Seu destino era o farol da Barra, na cidade de Salvador, Bahia, onde residia. Ela sabia que era um local onde o mar batia com violência no penhasco. A rua por onde transitava era muito movimentada. Enquanto aguardava para fazer a travessia, a criança escapou da sua mão e correu por entre os carros. Ela se desesperou. Estranho paradoxo. Conduzia a criança para jogá-la ao mar mas, quando a vê correr perigo, esquece de si mesma e vai-lhe no encontro, agarra-a e a puxa pela mão, um tanto nervosa. Neste momento, a criança se abaixa, alheia a tudo que se passava, e recolhe do chão um papel. Lúcia o toma das mãos do pequeno e um título, em letras grandes, lhe chama a atenção: UM MINUTO APENAS. Ela lê: "num minuto apenas, a tormenta acalma, a dor passa, o ausente chega. O dinheiro muda de mão, o amor parte, a vida muda." Vai andando, puxando a criança e lendo a página. Era uma página mediúnica que vinha assinada por um Espírito. Ela terminou de ler. Passou o ímpeto. Em um minuto. Parou, olhou ao redor e verificou que tinha chegado ao seu destino. O penhasco estava próximo. Sentou-se e teve uma crise de choro. O impulso de se matar havia desaparecido. Fonte: www.momento.com.br | suporte@momento.com.br © Momento Espírita 2003
Escrito por altamir.cunha às 14h49
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]

Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 24/05/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:00h às 09:00h Entrevista com palestrante espírita: Altamir da Cunha Tema: Atualidades e Espiritismo Estudando o Espiritismo com o confrade e palestrante ROBSON ANTUNES Tema: Desemprego EM TORNO DO SEXO Pergunta - O Espírito que animou o corpo de um homem pode animar o de uma mulher, numa nova existência, e vice-versa? Resposta - Sim, pois são os mesmos os Espíritos que animam os homens e as mulheres. Item nº 201 de "O livro dos espíritos". Ante os problemas do sexo, é forçoso lembrar que toda criatura traz os seus temas particulares, com referência ao assunto. Atendendo à soma das qualidades adquiridas, na fieira das próprias reencarnações, o Espírito se revela, no Plano Físico, pelas tendências que registra nos recessos do ser, tipificando-se na condição de homem ou de mulher, conforme as tarefas que lhe cabe realizar. Além disso a individualidade, muitas vezes, independentemente dos sinais morfológicos, encerra em si extensa problemática, em se tratando de vinculações e inclinações de caráter múltiplo. Cada pessoa se distingue por determinadas peculiaridades no mundo emotivo. O sexo se define, desse modo, por atributo não apenas respeitável mas profundamente santo da Natureza, exigindo educação e controle. Através dele dimanam forças criativas, às quais devemos, na Terra, o instituto da reencarnação, o templo do lar, as bênçãos da família, as alegrias revitalizadoras do afeto e o tesouro inapreciável dos estímulos espirituais. Desarrazoado subtrair-lhe as manifestações aos seres humanos, a pretexto de elevação compulsória, de vez que as sugestões da erótica se entranham na estrutura da alma, ao mesmo tempo que seria absurdo deslocá-lo de sua posição venerável, a fim de arremessá-lo ao campo da aventura menos digna, com a desculpa de se lhe garantir a libertação. Sexo é espírito e vida, a serviço da felicidade e da harmonia do Universo. Conseguintemente, reclama responsabilidade e discernimento, onde e quando se expresse. Por isso mesmo, nossos irmãos e nossas irmãs precisam e devem saber o que fazem com as energias genésicas, observando como, com quem e para que se utilizam de semelhantes recursos, entendendo-se que todos os compromissos na vida sexual estão igualmente subordinados à Lei de Causa e Efeito; e, segundo esse exato princípio, de tudo o que dermos a outrem, no mundo afetivo, outrem também nos dará. Transcrito do livro: Vida e Sexo – Emmanuel/ F. C. Xavier,FEB
Escrito por altamir.cunha às 13h56
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]

Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 10/05/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:00h às 09:00h Cobertura do Chá das Mães Estudando o Espiritismo com nosso confrade e palestrante Everaldo ...E Olhai Por Vós... Emmanuel / Chico Xavier "E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez e dos cuidados desta vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia." - Jesus. (LUCAS, 21:34.) Em geral, o homem se interessa por tudo quanto diga respeito ao bem-estar imediato da existência física, descuidando-se da vida espiritual, a sobrecarregar sentimentos de vícios e inquietações de toda sorte. Enquanto lhe sobra tempo para comprar aflições no vasto noticiário dos planos inferiores da atividade terrena, nunca encontra oportunidade para escassos momentos de meditação elevada. Fixa com interesse as ondas destruidoras de ódio e treva que assolam nações, mas não vê, comumente, as sombras que o invadem. Vasculha os males do vizinho e distrai-se dos que lhe são próprios. Não cuida senão de alimentar convenientemente o veículo físico, mergulhando-se no mar de fantasias ou encarcerando-se em laços terríveis de dor, que ele próprio cria, ao longo do caminho. Depois de plasmar escuros fantasmas e de nutrir os próprios verdugos, clama, desesperado, por Jesus e seus mensageiros. O Mestre, porém, não se descuida em tempo algum e, desde muito, recomendou vele cada um por si, na direção da espiritualidade superior. Sabia o Senhor quanto é amargo o sofrimento de improviso e não nos faltou com o roteiro, antecedendo-nos a solicitação, há muitos séculos. Retire-se cada um dos excessos na satisfação egoística, fuja ao relaxamento do dever, alije as inquietações mesquinhas - e estará preparado à sublime transformação. Em verdade, a Terra não viverá indefinidamente, sem contas; contudo, cada aprendiz do Evangelho deve compreender que o instante da morte do corpo físico é dia de juízo no mundo de cada homem.
Escrito por altamir.cunha às 15h46
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]

Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 03/05/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:00h às 09:00h Entrevistado: A ser informado Estudando o Espiritismo : A ser informado 19
Alma e reencarnação DEPOIS DA MORTE — Efetivamente, logo após a morte física, sofre a alma culpada minucioso processo de purgação, tanto mais produtivo quanto mais se lhe exteriorize a dor do arrependimento, e, apenas depois disso, consegue elevar-se a esferas de reconforto e reeducação. Se a moléstia experimentada na veste somática foi longa e difícil, abençoadas depurações terão sido feitas, pelo ensejo de auto-exame, no qual as aflições suportadas com paciência lhe alteraram sensações e refundiram idéias. Todavia, se essa operação natural não foi possível no círculo carnal, mais se lhe agravam os remorsos, depois do túmulo, por recalcados na consciência, a aflorarem, todos eles, através de reflexão, renovando as imagens com que foram fixados na própria alma. Criminosos que mal ressarciram os débitos contraídos, instados pelo próprio arrependimento, plasmam, em torno de si mesmos, as cenas degradantes em que arruinaram a vida íntima, alimentando-as à custa dos próprios pensamentos desgovernados. Caluniadores que aniquilaram a felicidade alheia vivem pesadelos espantosos, regravando nas telas da memória os padecimentos das vítimas, como no dia em que as fizeram descer para o abismo da angústia, algemados ao pelourinho de obsidentes recordações. Tiranetes diversos volvem a sentir nos tecidos da própria alma os golpes que desferiram nos outros, e os viciados de toda sorte, quais os dipsômanos e morfinômanos, experimentam agoniada insatisfação, qual ocorre também aos desequilibrados do sexo, que acumulam na organização psicossomática as cargas magnéticas do instinto em desvario, pelas quais se localizam em plena alienação. As vítimas do remorso padecem, assim, por tempo correspondente às necessidades de reajuste, larga internação em zonas compatíveis com o estado espiritual que demonstram. Do livro: Evolução em dois mundos - F. Cândido Xavier/André Luiz - FEB
Escrito por altamir.cunha às 18h08
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
| 
Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 12/04/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:00h às 09:00h Entrevistado: A ser informado Estudando o Espiritismo com Everaldo - Tema: A ser informado | A menina e o aborto
Algumas dúvidas foram levantadas com relação à posição espírita no caso da menina de 9 anos que, ao ser engravidada por um estupro cometido por seu padrasto, foi submetida ao aborto. A excomunhão da mãe da garota e dos médicos, por parte de uma autoridade da Igreja, provocou protestos de todos os lados, inclusive do Presidente da República, e desde que o caso veio à tona não houve notícia mais comentada em nosso país. A justificativa médica foi posta com clareza para que todos soubessem: o abortamento foi praticado para preservar a vida da gestante, visto que sua gravidez foi considerada de altíssimo risco em face da pouca idade da menina e de não ter ela os órgãos perfeitamente formados para dar curso à gestação de dois bebês. Eis o que os imortais disseram sobre o assunto (O Livro dos Espíritos, questão 359): – Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda? “Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.” O motivo de tal entendimento é por demais óbvio. Preservando-se a vida da gestante, pode esta perfeitamente engravidar de novo. Morrendo, não. E, em caso de falecimento, se do parto nascer alguma criança, esta dependerá do favor alheio para sobreviver, crescer e ser amparada ao longo da vida. É bom, no entanto, que fique claro que o abortamento em causa se justifica pelo risco que a continuidade da gestação imporia à gestante, e não pela ocorrência do estupro, embora nos dois casos a legislação brasileira considere legal o procedimento. Os motivos pelos quais vários autores espíritas se posicionam contra o aborto nos demais casos, excetuado o que se efetua para salvar a vida da gestante, já foram examinados aqui em outra oportunidade. Transcrição parcial do Editorial da revista semanal eletrônica O Consolador - ano 2 - nº 99 - 22 de março de 2009 - www.oconsolador.com.br |
|
| |
Escrito por altamir.cunha às 11h46
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]

Programa Espírita Caminhos de Luz (SimTV) - Domingo 22/03/2009 Cabo - Canal21, Aberta - Canal 17, Net Canal 6 08:00h às 09:00h Entrevistado: Carlos de Paula-Tema: Educação e Espiritismo Estudando o Espiritismo com Everaldo - Tema: Aborto
Pensamento e obsessão F. Altamir da Cunha Natal/RN É comum a interpretação de que a responsabilidade pelo processo obsessivo é unilateral. O obsessor é visto como o único responsável, atuando simplesmente pela satisfação de fazer sofrer. O obsidiado é considerado como vítima passiva, submetido a um doloroso determinismo, contra o qual não pode se precaver ou se libertar, que não seja através da caridade dos bem-feitores espirituais, dispensada nos centros espíritas. Nada justifica esse equívoco. O encarnado não está isento de culpa, nem tampouco do dever de prevenção e cura. Qualquer neófito do Espiritismo sabe que a obsessão é um fenômeno bilateral – sugestão do desencarnado e aceitação do encarnado.
Quanto a prevenção e cura, realizar-se-ão através da substituição dos pensamentos por outros mais apropriados para afastar os maus espíritos e atrair os bons. Todo processo obsessivo é resultado da lei de ação e reação, que também rege o fenômeno de sintonia mental. O desencarnado é o emissor (caso específico de obsessão de desencarnado sobre encarnado), e o encarnado o receptor, podendo aceitar ou rejeitar a sugestão. Esse mecanismo é semelhante ao da estação de rádio que emite através de ondas sonoras a sua programação. Para que concretize seu objetivo é necessário que o receptor se encontre sintonizado na sua freqüência.
O pensamento é um atributo do espírito – verdade indiscutível. Não importa que esteja encarnado ou desencarnado, através do pensamento ele pode influenciar e ser influenciado, sendo essa influência boa ou má de acordo com a afinidade espiritual de cada um. De forma que podemos afirmar que só existem obsessões porque existem encarnados invigilantes, que cultivam as mesmas preferências dos obsessores; em outras palavras, porque existe a sintonia.
Jesus, profundo conhecedor desse fenômeno advertiu: “vigiai e orai para que não entreis em tentação”. (*)
Estar vigilante é estar atento às elaborações mentais, mantendo o controle para que não seja gerada sintonia com mentes oportunistas. Não foi vã a advertência do Mestre, pois a invigilância dos habitantes do nosso planeta, tem transformado a obsessão em um preocupante flagício social. Isso é notório no noticiário apresentado pelos órgãos de divulgação em massa.
São repetições quase intermináveis, de notícias destacando as guerras, as tragédias passionais e a violência contra crianças e idosos. A princípio pode ser visto como natural e inofensivo. Todavia, ao considerarmos que as notícias podem gerar imagens correspondentes nas mentes que as absorvem, não será tão inofensivo. Através de reflexos condicionados, sentimentos nocivos adormecidos, poderão emergir, predispondo-as a indesejáveis processos obsessivos.
Se considerarmos o poder de abrangência desses órgãos de divulgação - influenciando milhões de mentes ao mesmo tempo - a nossa preocupação não será apenas com as obsessões individuais, ao considerarmos que essas poderão transmudar-se, adquirindo caráter epidêmico. Justificamos o que expomos, relembrando uma tragédia que se tornou por muito tempo presença no noticiário brasileiro, tornando-se uma das maiores atrações, assistida e discutida no lar e no ambiente de trabalho – a morte da criança Isabela Nardone.
Poucas notícias, das mais importantes que possamos considerar, foram aguardadas com tanta ansiedade. Muitos telespectadores influenciados pelas imagens apresentadas, reacenderam a chama de violência do passado, transformaram-se em juízes parciais e cruéis ou carrascos insensíveis, apresentaram sentenças sem análise prévia que proporcionasse um julgamento justo; alguns ventilaram até a aplicação da pena de morte. Poucos, porém, lamentaram o ocorrido, externando também compaixão pelo trágico equívoco cometido pelos autores da tragédia. Cada pessoa reagiu exteriorizando o sentimento de sua preferência, mas era comum o sentimento de ódio e o extremado desejo de vingança; comportamento que bem caracteriza uma obsessão. Esta conclusão não é destituída de fundamento, quando tomamos como referência, o que afirmou Manoel P. de Miranda através da psicografia de Divaldo Pereira Franco: “Todo comportamento que se exacerba ou se deprime, exaltando paixões e comandando desregramentos, fomentando ódios e distonias, guardam, na sua raiz, graves incidências obsessivas que merecem cuidados especiais.” (**)
Resultados idênticos conseguem os espíritos maldosos, nas suas repetidas sugestões, quando encontram nas vítimas a sintonia necessária. Na prática isso quer dizer que a obsessão não é um fenômeno resultante de ação unilateral; o obsessor somente obtém êxito em seu empreendimento porque encontra na vítima a aceitação de suas sugestões. Sabemos que muitos poderão não concordar com o que expomos, quando consideram que em alguns casos, parece ter havido mudança da água para o vinho – o obsidiado jamais externou um comportamento que justificasse a obsessão. Mas como espíritas não devemos esquecer: Muitos sentimentos e vícios do passado ainda que não postos em prática, continuam ativos como pensamentos e desejos que nos comprazem. São eles as matrizes, que favorecem às obsessões. Matéria transcrita do jornal O Clarim - Mar/2009 (*) Mateus 26,41 (**) Temas da Vida e da Morte, FEB
Escrito por altamir.cunha às 10h32
[]
[envie esta mensagem]
[ link ]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|